Como eram as ‘freak offs’ de P Diddy, acusado de tráfico sexual
Rapper ficará preso em Nova York até o julgamento, ainda sem data

Sean Combs, o Diddy (Image Press Agency via Reuters Connect)
Sean Combs, o P Diddy, está preso em Nova York, nos Estados Unidos, acusado de tráfico sexual, abuso sexual, entre outras acusações.
Segundo o jornal “New York Times”, as 14 páginas do documento contra o rapper incluem crimes como incêndio criminoso, suborno, sequestro e obstrução da justiça.
Mas o cerne do caso do governo é a premissa de que o “empreendimento” criminoso que ele dirigia era responsável por coordenar os “freak offs” e, então, encobrir qualquer dano aos quartos de hotel ou às pessoas quando elas terminavam.
O que eram as freak offs?
Essas “festas” de maratonas sexuais podiam durar dias. No retrato do governo, eram shows de horror, que envolviam uso abundante de drogas e sexo forçado, deixando os participantes tão exaustos e esgotados que recebiam fluidos intravenosos para se recuperar.
Diddy teria feito inúmeros vídeos para subornar e evitar que os participantes reclamassem.
Advogados do empresário, que se declarou inocente das acusações de conspiração de tráfico sexual e extorsão que enfrenta, apresentaram uma visão totalmente diferente dos “freak offs” no tribunal.
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Esses encontros, eles argumentaram, podem chocar algumas pessoas, mas não envolveram agressão sexual e não envolveram “força, fraude ou coerção”, como exige o principal estatuto federal de tráfico sexual.
“Todo mundo tem experiência com intimidade dessa forma? Não”, disse Marc Agnifilo, advogado de Combs, em uma audiência judicial na terça-feira (24). “É tráfico sexual? Não se todo mundo quiser estar lá.”
Ele também negou que os participantes tivessem sido coagidos, ou estivessem “bêbados ou drogados demais” para o sexo não ser consensual.
Nos próximos meses, Diddy seguirá preso até o julgamento, já que teve a fiança negada. A promotoria teria uma “quantidade enorme” de evidências, incluindo muitas testemunhas, fotos, vídeos e mensagens de texto.
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