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O impacto das trilhas sonoras de ‘Bridgerton’

Veja a análise do Billboard Em Cena deste sábado (8)

'Bridgerton'

'Bridgerton' (Divulgação/Netflix)

O Billboard Em Cena dedicou um episódio a analisar como “Bridgerton”, disponível na Netflix, transformou músicas pop em trilha sonora de época, ajudando a consolidar a série como um fenômeno cultural.

Desde a primeira temporada, a série apostou em pegar hits conhecidos do público e transformá-los em versões instrumentais inspiradas na sonoridade da alta sociedade britânica do século 19.

Um dos maiores destaques dessa fórmula foi a versão de “thank u, next”, de Ariana Grande, interpretada pelo Vitamin String Quartet.

“A música viralizou justamente porque ninguém esperava ouvir um hit pop moderno em pleno baile da realeza”, destaca o programa. A primeira temporada também trouxe versões de Billie Eilish, Shawn Mendes e Maroon 5.

Na segunda temporada, a trilha ganhou ainda mais peso emocional. A versão instrumental de “Sign of the Times”, de Harry Styles, ajudou a construir a tensão romântica entre Kate e Anthony, enquanto faixas de Rihanna, Calvin Harris e Miley Cyrus apareceram em momentos-chave da narrativa.

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A atriz Nicola Coughlan, de 'Bridgerton' se aventura como cantora
Nicola Coughlan (Cat Morley / SOPA Images via Reuters Connect)

De BTS a Taylor Swift em ‘Bridgerton’

A terceira temporada elevou ainda mais o conceito, apostando em versões de artistas como BTS, Pitbull e Taylor Swift — uma mostra de como a série consegue adaptar praticamente qualquer gênero musical ao universo elegante de “Bridgerton”.

Segundo o programa, a trilha sonora de “Bridgerton” nunca funciona apenas como detalhe estético: “A música ajuda a traduzir emoção, desejo, tensão e até humor sem precisar dizer uma palavra.”

A série também é apontada como responsável por popularizar novamente os quartetos de corda no streaming, com versões instrumentais que viralizaram e levaram o público a buscar as faixas originais após os episódios.

“Bridgerton” prova que a música pode ser uma ponte perfeita entre o clássico e o contemporâneo — e talvez seja justamente isso que faz a série parecer tão atual, mesmo se passando centenas de anos atrás.