A sequência do queernejo nas mãos de Reddy Allor no Billboard Descobre
Drag é discípula de movimento iniciado por Gabeu

A cantora Reddy (Eduardo Pignata)
Pop demais para os sertanejos, sertanejo demais para os LGBTs.
A cantora Reddy Allor, uma das continuadoras do queernejo, luta contra um conservadorismo e machismo presentes no sertanejo e na música pop ao som da viola e do modão.
A trajetória de Reddy começa aos 12 anos, em dupla com o irmão Gabriel Bernardes, com quem rodou o Brasil de 2011 a 2018. Ao descobrir-se LGBT, ela passou por um período de “dupla identidade”: seguia a agenda com o irmão enquanto explorava referências pop como Reddy Allor em baladas LGBT, sentindo-se limitada por padrões de roupa, maquiagem e discurso no meio sertanejo.
Natural de São José do Rio Preto, ela contou à Billboard Brasil como leva adiante a missão do queernejo inaugurado por Gabeu, como dialoga com suas influências e, acima de tudo, resiste na música pop. Além disso, cantou “Clichê dos Amores”, que gravou com Gaby Amarantos.
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