Otimismo e superação: Gilsons levam novo disco ao ARVO Festival 2026
João Gil comenta repertório, novo álbum e a relação da banda com ecologia

João, José e Francisco Gil formam os Gilsons, atração do ARVO Festival 2026 (Divulgação/Marina Zabeni)
Os rapazes do Gilsons estão entre as principais atrações do ARVO Festival 2026, marcado para 16 de maio, em Florianópolis. A 10ª edição do evento terá João Gomes com Jota.pê, BaianaSystem, Fundo de Quintal, Duquesa, Carol Biazin, Maracatu Arrasta Ilha e o trio formado por José Gil, João Gil e Francisco Gil no palco principal.
A apresentação acontece no momento em que os Gilsons trabalham o álbum “Eu Vejo Luz Em Maior Proporção Do Que Eu Vejo A Escuridão”, segundo disco de estúdio do grupo. O trabalho reúne 10 faixas e participações de Arnaldo Antunes, Narcizinho, Julia Mestre, Sona Jobarteh e integrantes da família Veloso.
Gilsons no ARVO Festival 2026
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Em entrevista à Billboard Brasil, João Gil responde sobre o repertório para festivais, a presença de músicas novas no show e o peso simbólico do título do disco. Ele também comenta a relação do grupo com temas que estão no DNA do ARVO, como a sustentabilidade.
O ARVO Festival 2026 acontece no dia 16 de maio, a partir das 14h, no Kartódromo Sapiens Parque, em Florianópolis. Além do palco principal, a edição de 2026 inclui Beco do Samba e Discoteca, com artistas e coletivos de Florianópolis na programação. Ingressos à venda na plataforma Shotgun.
O novo disco tem um título longo e forte. O que ele diz sobre o momento da banda?
João Gil: “Eu Vejo Luz Em Maior Proporção Do Que Eu Vejo A Escuridão” é realmente um título forte e fala muito sobre o que foi esse último ano que a gente passou, tudo o que aconteceu no nosso âmbito familiar, mas, ao mesmo tempo, também sobre como isso reflete no que a gente pensa. Ele tem uma visão otimista, mas sem negar esse lado mais escuro e mais melancólico, talvez. Ainda assim, dá essa ênfase no otimismo e em momentos de superação.
O ARVO tem uma proposta ligada à música, encontro e sustentabilidade. Esses temas entram de alguma forma no trabalho de vocês?
JG: Acho que esse nosso último disco fala bastante sobre temas urgentes e ecológicos. Como filhos do nosso tempo, acreditamos muito e presta muita atenção no que está acontecendo no mundo, na responsabilidade como ser humanos, como indivíduos, mas também como sociedade. No que a gente pode fazer para transformar, no que a gente pode fazer para mudar. E, curiosamente, no nosso último disco há algumas canções que trazem esse tema de uma forma um pouco mais sutil, mas ele está ali, sendo lembrado. A gente pensa bastante sobre isso. O encontro também é uma temática muito forte. Nosso trabalho nasceu, na verdade, de um grande encontro. E música, pensando na junção dos três, acho que isso é bem o que é Gilsons.
Como vocês escolhem o repertório para um festival: hits, disco novo ou mistura dos dois?
JG: A gente obviamente prioriza as músicas mais conhecidas, que a galera vai curtir mais. Mas, ao mesmo tempo, também acha importante mostrar as coisas novas. Então acaba sendo realmente essa mistura das duas propostas.
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