Aniversário do Chico Buarque: veja músicas mais ouvidas e curiosidades
O artista faz aniversário em 19 de junho

Chico Buarque (Reuters)
Um dos maiores artistas do Brasil, Chico Buarque faz aniversário no dia 19 de junho. Aos 81 anos, o lendário cantor e compositor da música popular brasileira tem uma carreira multifacetada que se estende para a literatura e o teatro.
Nascido em 1944, filho do historiador Sérgio Buarque de Holanda, Chico apresentou suas composições nos anos 1960. Ele compôs clássicos como “A Banda“, “Construção“ e “Cálice“, marcadas por críticas sociais especialmente durante a ditadura militar.
Além da música, Chico se destacou-se na literatura com romances aclamados como “Budapeste” (Prêmio Jabuti) e “O Irmão Alemão“. No teatro, ele escreveu peças como “Roda Viva“ e “Ópera do Malandro“.
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Sua obra engajada, sensível e refinada, mistura o popular e o erudito. Se não bastasse todos esses itens listados, Chico Buarque é um ícone da resistência democrática.
Abaixo, confira cinco curiosidades da impressionante trajetória profissional de Chico Buarque.

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Veja cinco curiosidades da carreira de Chico Buarque
1 – Músicas mais ouvidas de Chico Buarque na Deezer
- Construção
- Apesar de Voce
- João e Maria – João e Maria
- Cotidiano
- Cálice
- O Que Será (A Flor Da Terra)
- A Banda
- Roda Viva – Círculo da sua Vida
- Geni EO Zepelim
- O Meu Guri
2 – Cidades que mais ouvem Chico Buarque, de acordo com a Deezer
São Paulo
Rio de Janeiro
Belo Horizonte
Recife
Salvador
3 – Chico Buarque nas telonas
No cinema, Chico participou como ator em filmes como “Quando o Carnaval Chegar” (1972) e fez a trilha sonora de obras como “Vai Trabalhar, Vagabundo!” (1973). Em 2025, o filme “Geni e o Zepelim”, dirigido por Anna Muylaert e inspirado na canção homónima de Chico Buarque, finalizou suas gravações.
4 – Escritor consagrado
Chico Buarque é um escritor consagrado. Ele venceu trêsPrêmios Jabuti por “Estorvo” em 1992, “Budapeste”, em 2004 e “Leite Derramado”, em 2010. Em 2019, o compositor ganhou o Prêmio Camões, o mais importante da língua portuguesa
5 – Pseudônimo, Julinho de Adelaide
Para burlar a censura da ditadura, usou o nome “Julinho de Adelaide” em composições como “Acorda Amor” e “Jorge Maravilha”.
Abaixo, em sua última apresentação pública, Chico Buarque participa da turnê Tempo Rei, show de despedida de Gilberto Gil. Juntos eles interpretam “Cálice” (1973), música composta em parceria pelos dois. A canção é uma metáfora contra a repressão (“Cale-se”), que foi censurada e só liberada anos depois.
Ouça “Cálice”com Gilberto Gil e Chico Buarque
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