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Virada Cultural 2026 abre com chuva, atraso e cancelamentos

Evento em São Paulo segue mesmo com frio e tempo desfavorável

Virada Cultural 2026

Virada Cultural 2026 (Divulgação)

A 21ª edição da Virada Cultural começou oficialmente na tarde deste sábado (23), em São Paulo, sob frio e chuva, mas com promessa de grandes públicos espalhados pelos palcos da cidade. A abertura no Vale do Anhangabaú ficou por conta do maestro João Carlos Martins, que reuniu a Bachiana Filarmônica Sesi-SP e a bateria da Mocidade Alegre em um concerto que uniu música clássica e samba.

O evento terá 24 horas de programação e mais de mil atrações espalhadas pela capital paulista. A Prefeitura estima um público de cerca de 4 milhões de pessoas durante o fim de semana.

Com atraso de cerca de 20 minutos e alguns problemas técnicos no início, o concerto começou com a execução da “Quinta Sinfonia”, de Beethoven. Em seguida, João Carlos Martins apresentou “Libertango” (composição de Astor Piazzolla) ao piano.

No meio da apresentação, o maestro homenageou a escola de samba Vai-Vai ao interpretar o samba-enredo “A Música Venceu”, campeão do Carnaval de 2011. O encerramento aconteceu em clima de celebração, com a bateria da Mocidade Alegre e uma versão improvisada de “Trem das Onze”.

Nas redes sociais, muitos usuários comentavam sobre a forte chuva na capital paulista e demonstravam incerteza sobre comparecer ao evento. Com a diminuição do temporal no início da noite, diversas publicações nas redes X/Twitter e Bluesky passaram a relatar a saída de casa rumo aos palcos da Virada Cultural.

Mesmo com o tempo instável, parte do público chegou cedo ao centro para acompanhar os shows do dia. Entre as atrações mais aguardadas estavam Péricles e Luísa Sonza, que se apresentam no Anhangabaú ao longo da programação.

Black Pantera encara chuva no Butantã

Na Zona Oeste, o Palco Butantã também sofreu impacto do mau tempo durante o início da programação. A chuva começou a diminuir pouco antes da apresentação do Black Pantera, marcada para as 17h.

Horas antes do show, a banda publicou nas redes sociais que a apresentação poderia sofrer atraso por conta das condições climáticas, mas garantiu que o show seria realizado normalmente.

O trio mineiro formado por Chaene da Gama (baixo, voz), Rodrigo “Pancho” Augusto (bateria) e Charles Gama (vocal, guitarra) subiu ao palco com cerca de 10 minutos de atraso, enquanto fãs ainda enfrentavam filas e a revista de segurança para acessar a área reservada ao show.

Apesar do temporal no início da tarde, a chuva perdeu força no começo da apresentação e o show aconteceu normalmente no Palco Butantã.

Cancelamentos marcam início da programação

Entre as mudanças na programação, o rapper Rappin’ Hood cancelou sua apresentação prevista para este sábado no Centro Cultural São Paulo. Em comunicado divulgado nas redes sociais, a Secretaria Municipal de Cultura informou que o artista foi internado por questões de saúde e ficará afastado dos palcos para se recuperar.

Outra atividade cancelada foi a programação da Escola Municipal de Iniciação Artística Chácara das Flores, prevista para acontecer neste domingo (24). Segundo a organização, o volume de chuvas inviabilizou a realização das atividades na área externa do espaço.