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Quando o sol baixa, o Coachella muda de tom e a Aperol assume o palco

Gabi Lopes (João Almeida)

Gabi Lopes (João Almeida)

O primeiro fim de semana do Coachella 2026 abriu a temporada com um cardápio generoso de música pop, indie, eletrônica e surpresas que justificam a mística do festival. Entre os destaques, Sabrina Carpenter comandou a noite de sexta no palco principal, seguida pela imersão eletrônica de Anyma. No sábado, Justin Bieber assumiu o posto de atração mais aguardada, enquanto o The Strokes fez o deserto tremer. No domingo, Karol G encerrou a maratona com um show histórico, coroando um fim de semana que ainda teve The xx, Disclosure, Interpol, BIGBANG, Moby, Devo, Central Cee, Slayyyter, Taemin, Foster the People e uma leva de convidados surpresa que movimentaram as redes e os corredores do Empire Polo Club. 

É nesse cenário de grandes performances e encontros improváveis que a Aperol, aperitivo italiano sinônimo de celebração e happy hour, se insere, não como coadjuvante, mas como parte da paisagem cultural que se forma entre um show e outro. No Coachella 2026, a marca voltou a colorir o deserto californiano com seu laranja inconfundível, transformando o pôr do sol em ritual coletivo. Quando a luz começa a baixar e o festival entra naquele estado de suspensão, o momento em que o público respira, se encontra e se prepara para a próxima atração, a estética da Aperol se mistura naturalmente ao clima do evento, criando uma espécie de assinatura visual que já virou tradição.

Camila Coelho (João Almeida)
Camila Coelho (João Almeida)

A marca levou ao festival um grupo de creators brasileiros que ajudou a traduzir essa atmosfera para quem acompanha de longe. Camila Coelho, Fael, Nah Cardoso, Gabi Lopes e Caju circularam pelos palcos, registraram bastidores e viveram o festival como quem vive uma narrativa em tempo real — cada um com seu olhar, mas todos conectados pela mesma luz laranja que marca o entardecer no deserto. “O Coachella tem uma beleza muito própria, e o pôr do sol parece costurar tudo”, contou Camila, enquanto Fael resumiu a energia do momento como “a sensação de estar em casa, mesmo longe”. Nah destacou que “é entre um show e outro que tudo acontece”, Gabi reforçou que festivais são “um espaço vivo de criação e troca”, e Caju completou dizendo que a experiência é “um convite à liberdade de viver cada instante como parte de algo maior”.

A presença de Fernanda Kapaz, vencedora de uma ação da marca, reforça a proposta de aproximar o público dessa vivência. Ao lado dos creators, ela experimentou o festival como protagonista e levou consigo a perspectiva de quem transforma um sonho em memória compartilhada.

Fael (João Almeida)
Fael (João Almeida)

Entre 10 e 12 de abril, o Coachella se tornou mais uma vez um território de imersão cultural, e a Aperol ocupou seu espaço não apenas como marca, mas como linguagem. O pôr do sol, tingido de laranja, virou ponto de encontro, pausa necessária e símbolo de celebração. Como resume Vinicius Löw, diretor de Marketing do Campari Group no Brasil, levar talentos brasileiros e uma fã ao festival é criar conexões reais, onde música e cultura se entrelaçam.

A iniciativa, desenvolvida pela DPZ, transforma essa vivência em conteúdo que atravessa fronteiras, reverberando para além do deserto e consolidando a Aperol como parte ativa da cultura dos festivais. E, se o primeiro fim de semana já mostrou a força desse encontro entre estética, música e celebração, o segundo promete ampliar ainda mais essa narrativa, com novos shows, novos registros e mais momentos tingidos de laranja no horizonte californiano.

Para acompanhar as experiências da Aperol no festival, siga @aperolspritzbrasil nas redes sociais.