Maria Bethânia: veja agenda de shows da cantora
Cantora completa 80 anos de idade nesta quinta-feira (18)

Maria Bethânia se prepara para nova turnê (Thiago Mattos/Brazil News)
Maria Bethânia, que completa 80 anos, tem quatro shows confirmados para o segundo semestre de 2026. O primeiro acontece no dia 8 de agosto, no Rio, no festival Doce Maravilha. Em seguida, ela viaja até Vitória da Conquista, no dia 22 de agosto, para uma performance no Festival de Inverno da Bahia.
Em setembro, Maria Bethânia é atração confirmada no line-up do Coala Festival, em São Paulo. O evento acontece no dia 12, no Memorial da América Latina. Em 28 de novembro, a artista volta a se apresentar no Rio de Janeiro, no Festival Clássicos do Brasil.
+ Leia também: 80 anos de Bethânia: o nome escolhido por Caetano e uma valsa
Agenda de shows de Maria Bethânia
- 8/8: Festival Doce Maravilha (Rio de Janeiro/RJ)
- 22/8: Festival de Inverno da Bahia (Vitória da Conquista/BA)
- 12/9: Coala Festival (São Paulo/SP)
- 28/11: Festival Clássicos do Brasil (Rio de Janeiro/RJ)

Trajetória de Maria Bethânia
Maria Bethânia Vianna Telles Velloso nasceu em 18 de junho de 1946, em Santo Amaro da Purificação, no Recôncavo Baiano. Cresceu numa família musical e numerosa, ao lado do irmão Caetano Veloso.
Na adolescência, mudou-se para Salvador, onde estudou e conviveu com Gilberto Gil, Gal Costa e Tom Zé. Em 1964, participou dos espetáculos “Nós, por Exemplo” e “Nova Bossa Velha, Velha Bossa Nova”. No ano seguinte, foi convidada por Nara Leão (1942-1989) para substituí-la no musical “Opinião”, em Copacabana. Estreou nos palcos no 13 de fevereiro de 1965 e se tornou uma sensação imediata: reconhecida pela voz grave e pela entrega dramática incomuns para uma artista tão jovem.
Ao longo das décadas seguintes, consolidou-se como uma das maiores intérpretes da história da música popular brasileira, com um repertório eclético que transita entre o samba, a bossa nova, o bolero, a MPB e a música nordestina. Embora próxima dos artistas que lideraram a Tropicália, ela seguiu um caminho artístico próprio e nunca se vinculou formalmente ao movimento. Em 1976 e 2002, integrou os Doces Bárbaros, ao lado de Caetano, Gal Costa e Gilberto Gil.
É conhecida também por seu profundo vínculo com a cultura afro-brasileira e com a literatura — seus shows frequentemente incorporam poesia declamada, de autores como Vinícius de Moraes, Pablo Neruda e Fernando Pessoa. Lançou dezenas álbuns de estúdio e ao vivo, entre eles clássicos como “A Tua Presença” (1971), “Drama” (1972), “Pássaro Proibido” (1976), “Álibi” (1978) e “Memória da Pele” (1989).
As músicas mais ouvidas no Spotify
- “Cheiro de Amor”
- “As Canções Que Você Fez Pra Mim”
- “Sonho Meu”
- “Olha”
- “Fé – Ao Vivo”
- “Samba de Bênção”
- “Reconvexo – Ao Vivo”
- “Balada de Gisberta – Ao Vivo”
- “Fera Ferida”
- “Olho Nos Olhos”
- “Emoções”
- “Eu Preciso de Você”
- “Você Não Sabe”

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