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João Rock reúne 65 mil pessoas em sua 23ª edição; saiba mais

Festival teve cinco palcos e participações surpresa em Ribeirão Preto

João Rock 2026 (D Creative Studio)

João Rock 2026 (D Creative Studio)

O João Rock reuniu 65 mil pessoas neste sábado (1º), no Parque Permanente de Exposições, em Ribeirão Preto/SP. Com o tema “O Brasil vive aqui”, a 23ª edição do festival apresentou 34 atrações em cinco palcos, ao longo de mais de 12 horas de programação.

Uma das novidades do festival em 2026 foi a estrutura do palco principal. Pela primeira vez, o Palco João Rock foi construído inteiramente com painéis de LED, somando 1.200 metros quadrados de telas de alta definição, que integraram imagens e iluminação aos shows.

A programação do Palco João Rock começou com o tricampeonato de Levinsk na Batalha da Aldeia e seguiu com Lizium, vencedora do concurso de bandas do festival. Ao longo do dia, nomes como Chico Chico, Lagum, Detonautas, Zé Ramalho e Alceu Valença comandaram alguns dos momentos mais marcantes da edição.

O Detonautas aproveitou o João Rock para dar início à turnê “Rádio Love Nacional”. Já Zé Ramalho definiu o festival como um evento de alegria e amizade. Os Paralamas do Sucesso também subiram ao palco para celebrar a carreira com os maiores sucessos, enquanto o CPM 22 preparou uma surpresa ao chamar Di Ferrero para dividir os vocais de “Dias Atrás”.

ABaianaSystem contagiou o público e recebeu convidados não anunciados, como BNegão e Vandal. O encerramento do Palco João Rock ficou por conta do projeto Charlie Brown Jr. Acústico, que reuniu Negra Li e Marcelo Nova, além de uma participação especial de Tico Santa Cruz.

No Palco Brasil, com o tema “De Norte a Sul”, o João Rock trouxe Os Tucumanus ao lado de Victor Xamã, com referências à cultura amazônica, e a Nação Zumbi, representando o manguebeat pernambucano. Armandinho também se apresentou, e Marcelo D2 recebeu Rael em um encontro entre rap e samba. Os Raimundos encerraram o palco com clássicos da carreira.

Já o Palco Aquarela trouxe Urias, Rachel Reis e Luedji Luna, com repertório de influências afro-brasileiras e jazz. Marina Sena celebrou a terceira passagem pelo João Rock, e Ana Carolina encerrou o espaço revisitando os 25 anos de carreira.

O Palco Fortalecendo a Cena, dedicado à produção independente, teve apresentações de Ajulliacosta, Yago Oproprio com participação de Rô Rosa, além de FBC, Djonga e Criolo, que fechou a noite falando sobre a força da nova geração do rap. Já o Eisen Rock Station teve a banda Rancore como headliner, ao lado de Dupoint, Drenna, Alexia, Giovanna Moraes e Jambu.

Realizado desde 2002, o João Rock já apresentou cerca de 300 shows ao longo de mais de 20 anos de história, consolidando-se como um dos principais festivais de música brasileira do país.