Luísa Sonza revela show surpresa em bar em São Miguel Paulista
Cantora falou sobre Bar da Raimunda durante o SP2B em São Paulo

Luísa Sonza e Fátima Pissarra (Patrícia Devoraes/Brazil News)
A cantora Luísa Sonza revelou que fará um show surpresa em um bar na Zona Leste de São Paulo. A fala ocorreu nesta terça (11), no Auditório Ibirapuera, durante o segundo dia do festival SP2B.
De acordo com a cantora, a turnê “Brutal Paraíso” terá uma data especial no Bar da Raimunda. Foi no local que Luísa Sonza, de roupão, jogou sinuca momentos antes de subir ao palco montado pela Virada no distrito da Zona Leste.
“Minha primeira vez foi em 2022, no Vale do Anhangabaú, mas o que senti como artista em São Miguel Paulista… Antes do show, como o camarim não estava pronto, fui ao Bar da Raimunda e fiquei lá jogando sinuca, bebendo cerveja… Então a gente ficou em contato para poder voltar e fazer um show surpresa… Ai meu Deus, olha eu estragando a surpresa!”, revelou Luísa.
Durante o painel intitulado “Virada Cultural: Como São Paulo Transformou Cultura em Política de Escala”, a cantora e compositora Luísa afirmou também que o show na Zona Leste marcou sua carreira. Ela foi uma das atrações do evento gratuito e municipal deste ano e também se apresentou no Vale do Anhagabaú.
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Luísa Sonza também foi interpelada sobre a diferença entre shows pagos e gratuitos. “Não há diferença”, começou dizendo.
“Quer dizer, é mais emocionante. Eu vivencio mais aqueles momentos e eu valorizo muito isso como artista. Existe uma emoção e uma doação maior nesses lugares. E é aí que está a magia da coisa. Mas eu não sei se sou a melhor pessoa para responder isso… De carreira solo, eu tenho 10 anos. Mas há outros 10 anos de carreira tocando em casamento que ninguém viu. Eu toquei em tudo: baile, velório, rua. E eu sinto que é algo natural meu estar nesses lugares”.
“Eu tento fazer tudo o que seja possível para que todos tenham a mesma experiência. Mas, às vezes, não tem aquela luz. Em termos de precisão, são poucos os lugares no Brasil. É voo, é ônibus. No Rio, agora, fiquei parada 14 horas no ônibus e ainda era um show televisionado. Isso acontece e é algo do ao vivo. E eu sou essa artista —e a Virada também proporciona isso”, respondeu Luísa Sonza.

Virada como exemplo de política pública
O painel também contou com Fátima Pissarra, CEO da Mynd e Billboard Brasil, que defendeu a Virada como um evento de prestígio para artistas.
“Eu acho que uma coisa que a virada tem é a diversidade regional. Tem Joelma, Zaynara… E São Paulo é o Brasil inteiro representado. É o maior evento deste perfil do planeta. É um orgulho e também para quem toca. Todo artista vê como um sonho porque São Paulo proporciona uma reverberação muito grande”, afirmou.
Quando questionada sobre a visibilidade da Virada Cultural na imprensa, a empresária disse acreditar que o acesso à informação deve ser o ponto principal da relação.
“Na Billboard Brasil, a gente sempre mostra uma cobertura de diversos palcos, mas também de serviços. Como chegar, transporte, quais horários, se vai chover… Para nós, a Virada é muito importante e a gente dissemina pelo viés afirmativo do evento para mostrar como São Paulo tem uma vida borbulhante aqui. Assim, estimula-se outras cidades a copiarem o formato”, concluiu.
Com sete palcos espalhados pelo Parque Ibirapuera, o festival SP2B promove, até domingo (16), uma reflexão sobre o futuro por meio de tópicos como influência, inteligência artificial, ancestralidade e música.
Ouça Luísa Sonza
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