Justiça dos EUA conclui caso de abuso envolvendo De Niro sem julgar ator
Empresa do ator foi condenada a pagar mais de US$ 1 milhão a ex-funcionário

Reuters
A Justiça dos Estados Unidos concluiu o julgamento de um caso de abuso moral envolvendo o ator Robert De Niro. A ação foi movida pelo seu ex-assistente pessoal.
No entanto, De Niro, que está em destaque nos cinemas com o filme “O Assassina da Lua das Flores”, não foi individualmente julgado nesse caso.
O ex-assistente pessoal do ator, Graham Chase Robinson, abriu um processo por discriminação de gênero durante o período que trabalhou com o vencedor de dois Oscar.
Segundo as alegações de Graham, entre 2009 e 2019 ele recebeu diversos apelidos pejorativos e teve uma carta de referência negada pelo ator, o que gerou dificuldades para conseguir emprego. De Niro também processou Robinson por quebra de confiança.
O resultado do julgamento saiu nesta quinta-feira (9). De acordo com o jornal “New York Times”, por unanimidade, os sete jurados decidiram que a empresa do ator, a Canal Productions, era responsável. A condenação estipulou pagamento de cerca de US$ 1,2 milhões ao ex-produtor.
A Justiça americana não responsabilizou De Niro individualmente.
TRENDING
- Jin, do BTS, insistiu em ampliação da turnê: ‘Quebraríamos nossa promessa’ 16/04/2026
- J-Hope, do BTS, relembra momento de incerteza sobre futuro no grupo 17/04/2026
- HYBE, YG, SM e JYP se unem para criar festival rival ao Coachella 16/04/2026
- C6 no Rock: veja o line-up completo do novo festival 16/04/2026
- Coachella: Madonna estará no show de Sabrina Carpenter? Entenda rumor 15/04/2026