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Jão conta curiosidades de composições e revela título alternativo de álbum

Cantor compartilhou detalhes no Dia do Compositor, no último sábado (7)

Jão

Divulgação

No último sábado (7), foi celebrado o Dia do Compositor. E o cantor – e compositor Jão aproveitou a data para falar nas redes sociais sobre as músicas que escreveu, e até revelar curiosidades sobre elas.

Sobre “Olhos Vermelhos”, faixa de seu penúltimo disco “PIRATA”: “Essa é a minha favorita desses anos nesse aspecto. Coloquei tudo nela. Foi uma música muito solitária. Escrevi e produzi sozinho em dias estranhos”, escreveu. “Cada música tem um propósito. Às vezes é divertida, grudenta. Às vezes você quer atingir alguém ou provar algo. Mas ‘Olhos Vermelhos’ foi simplesmente desafogar, para mim mesmo.”

“Eu quero ser como você’ [faixa do disco ‘LOBOS’, de 2018], especialmente essa parte [a ponte] também. Escrevi com 21 anos, no ônibus, de Araraquara para São Paulo, e depois terminei pro primeiro disco. E ainda tenho muito orgulho dessa. Foi a primeira vez que senti que traduzi sentimento em letra”, contou.

Já sobre “Barcelona”, a curiosidade veio com uma curiosidade surpreendente: o nome da música quase se tornou o título do álbum “Anti-Herói”, de 2019. “Estava em Portugal quando terminei de escrever ‘Barcelona’ (à mão porque eu não tinha adaptador de tomada e meu celular tinha acabado a bateria). O álbum quase chamou Barcelona, porque eu achava que essa parte [o primeiro verso da música] (que é a minha favorita), representava bastante o disco. No fim, o título ‘Anti-Herói’ venceu porque era mais antigo”, contou.

“Gosto muito da simplicidade de ‘Alinhamento Milenar’ [música de ‘SUPER’], de ser puro, de ser sobre amor, só. Ela começou completamente diferente, uma parte dela era: ‘E é verdade tudo o que contaram pra você sobre mim, mas por favor diz que não é o fim’. E conforme a vida foi acontecendo, e mudando, ela virou o que ela é hoje. Foi gostoso escrever sobre isso (pela primeira vez????). E que tem duas perspectivas muito opostas na música: do acaso e da sorte de encontrar o amor e ao mesmo tempo dele ser inevitável, porque o destino faz duas pessoas se encontrarem em todas as vidas que elas vivem”, escreveu.

Por fim, ele compartilhou que escreve todas as suas músicas “pelo bem, e pelo mal”. “Às vezes, eu adoraria que um time de pessoas escrevessem pra mim, me daria muita paz. Mas é muito gostoso saber que mesmo as minhas piores músicas, até as mais legais, saíram de mim e são um retrato do que eu estava vivendo”, e acrescentou encorajando seus seguidores: “Se você gosta de escrever, isso foi uma tentativa de incentivo. Conta tudo”.