Diddy tenta anular condenação e faz referência a ‘filmagens privadas’
Afirmação é que vídeos eram conteúdo adulto protegido sob liberdade de expressão

O cantor P Diddy foi preso em setembro (Grant Tim/ABACA via Reuters Connect)
Sean “Diddy” Combs entrou com um pedido para anular sua condenação por prostituição interestadual, argumentando que as acusações violam seus direitos constitucionais. Segundo o rapper, os chamados “freak-offs” — encontros sexuais filmados com ex-namoradas e acompanhantes — eram, na verdade, produções de conteúdo adulto feitas para consumo privado, o que estaria protegido pela liberdade de expressão garantida pela Primeira Emenda dos EUA.
Embora tenha sido absolvido em julho das acusações mais graves de tráfico sexual e associação criminosa, Diddy foi considerado culpado de dois crimes relacionados à promoção de prostituição entre estados.
Seus advogados agora pedem que até essas condenações menores sejam anuladas.
“Isso não é prostituição. E, se for, a condenação é inconstitucional”, escreveram os advogados Marc Agnifilo e equipe na nova petição protocolada nesta quinta-feira (1º).
A defesa também afirma que o governo “pintou Combs como um monstro”, mas que o júri rejeitou essa narrativa ao inocentá-lo das acusações principais. Diddy deve ser sentenciado em outubro, com expectativa de pena entre dois e cinco anos.
Enquanto isso, aliados do artista estariam articulando junto à Casa Branca um possível perdão presidencial — possibilidade que Donald Trump estaria “avaliando seriamente”, segundo fontes citadas pela imprensa americana.
[Este é um texto traduzido da Billboard US. Leia o original aqui]
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