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Corona faz da praia um espetáculo: os melhores momentos de Shakira no Rio

O traje brasileiro de Shakira em Copacabana (Pablo Porciuncula/AFP/Grosby Group)

O traje brasileiro de Shakira em Copacabana (Pablo Porciuncula/AFP/Grosby Group)

A cantora colombiana Shakira parou o Rio de Janeiro no último sábado (02) com um espetáculo histórico na Praia de Copacabana. O evento marcou a segunda edição do projeto Todo Mundo no Rio, patrocinado por Corona, e reuniu 2 milhões de pessoas nas areias cariocas.

1. Sunset Corona, o aquecimento perfeito

Antes mesmo de Shakira assumir o palco natural de Copacabana, a Corona já havia transformado a praia em celebração com um sunset que reuniu dois nomes de peso da música eletrônica: Vintage Culture e Maz. A dupla foi responsável por aquecer o público enquanto o sol se punha no horizonte, criando a atmosfera ideal para a maior pista a céu aberto do planeta, com sets que misturavam house, brasilidades e a energia solar do Rio. 

2. Abertura tecnológica com drones 

O show começou com um balé tecnológico de centenas de drones que iluminaram o céu da zona sul. As luzes formaram a silhueta de um lobo em movimento, em referência ao disco “She Wolf”. A transição visual preparou o público para a entrada triunfal da artista, conhecida como La Loba, ao som de “La Fuerte”.

3. Traje com as cores do Brasil

Shakira subiu ao palco vestindo um figurino exclusivo que homenageava a bandeira brasileira. A peça mesclava tons de verde e amarelo com detalhes em cristais e texturas que remetiam ao calçadão de Copacabana. A escolha visual reforçou a conexão da estrela com o país logo nos primeiros minutos.

4. Alcateia global nas areias

A “alcateia”, como são conhecidos os fãs da artista, tomou conta da orla com leques personalizados e coreografias sincronizadas. Admiradores de diversos lugares do Brasil e do mundo enfrentaram o calor para garantir um lugar perto do palco. Além disso, o clima de celebração transformou a praia em uma gigantesca pista de dança.

5. Discurso emocionante em português

A artista demonstrou domínio da língua portuguesa durante toda a interação com os fãs. Ela relembrou o início da carreira aos 18 anos, quando visitou o país pela primeira vez para promover o álbum “Pies Descalzos”. Ela afirmou que se sente parte da cultura brasileira pela acolhida recebida desde então.

6. Encontro histórico com Maria Bethânia

Um dos pontos altos da noite foi a participação de Maria Bethânia. As duas interpretaram “O Que É, O Que É”, clássico de Gonzaguinha, unindo a potência vocal da MPB ao carisma da colombiana. A plateia acompanhou o coro em um dos momentos mais solenes da noite.

7. Homenagem aos filhos com Caetano Veloso

O cantor Caetano Veloso dividiu o microfone com a estrela na canção “O Leãozinho”. A anfitriã revelou que canta essa música todas as noites para ninar seus filhos, Milan e Sasha. A performance acústica trouxe uma atmosfera intimista para o meio da multidão de milhões de pessoas.

8. Clássico brasileiro com Ivete Sangalo

A energia do Carnaval tomou conta de Copacabana quando Ivete Sangalo apareceu para cantar “País Tropical”. A colaboração celebrou a amizade de longa data entre as duas artistas e colocou o público para pular. Por outro lado, a união das vozes simbolizou a força da música latina no cenário global.

9. Funk e pop ao lado de Anitta

A parceria com Anitta trouxe a modernidade do funk para a setlist do evento. Elas apresentaram um medley que misturou batidas urbanas e movimentos de dança sincronizados. Essa colaboração foi uma das mais celebradas nas redes sociais e reforçou a relevância internacional da música brasileira.

10. Dedicatória às mães solo

Em um desabafo pessoal, a cantora dedicou uma parte do show às mulheres que criam seus filhos sozinhas. Ela mencionou as estatísticas brasileiras sobre maternidade solo e afirmou que compartilha dessa realidade atualmente. O momento foi acompanhado pela canção “Acróstico”, gerando grande comoção na areia.

11. Encerramento apoteótico com ‘Waka Waka’

O show terminou com uma sequência de hits globais que incluíram “Waka Waka (This Time for Africa)” e “She Wolf”. Fogos de artifício foram disparados de balsas no mar enquanto a multidão dançava a coreografia oficial da Copa de 2010. A repercussão internacional consolidou o Rio de Janeiro como palco dos maiores espetáculos gratuitos do mundo.

Corona como anfitriã e curadora

Pedro Scooby no Espaço Corona (Pinguim Studio)
Pedro Scooby no Espaço Corona (Pinguim Studio)

Na segunda edição do Todo Mundo no Rio, Shakira assumiu o palco natural da praia mais icônica do Brasil em um encontro que uniu música, pertencimento e latinidade e reforçou o papel da Corona como anfitriã e curadora do projeto. Para a marca, transformar a praia em palco é estratégia. Como explica Mariana Dedivits, diretora de marketing, “a música é o fio condutor da jornada, a extensão do nosso estado de espírito”. Ela afirma que apresentar o evento novamente “é a materialização máxima do nosso DNA”, porque a Corona se conecta às pessoas por meio da vida ao ar livre e da celebração coletiva. 

A marca vê Copacabana como um espaço onde a natureza já oferece espetáculos diários — do sol às ondas — e o show apenas completa esse line‑up. “Shakira é a personificação do luxo natural”, diz a executiva, destacando que a artista representa vibração, alma e consistência, valores que dialogam com o conceito This Is Living.