Com coragem, Coquetel Molotov criou simbiose pop em festival no Recife
Veja os melhores momentos do festival independente pernambucano

[vc_row][vc_column][vc_column_text css=””]O festival No Ar Coquetel Molotov começou na rádio AM de Recife. E, talvez, esse DNA ainda esteja em sua 21ª edição —que brindou o público com headliners que fizeram shows em horário nobre impossível em outros festivais de proporções similares e com algum gosto pelos artistas menos desejados pelas plataformas de streaming. Nomes como Ventura Profana, Jessica Caitano e Samba de Coco Raízes de Arcoverde, Amaro Freitas, Nega do Babado e Rayssa Dias, Paulete Lindacelva, Nailson Vieira, Ramon Sucesso, Speed Test e Mu540 proporcionaram grandes momentos —inclusive alguns deles tocando na Concha Acústica do campus da Universidade Federal de Pernambuc0.
Pabllo Vittar foi a grande estrela do festival e fez show marcado por sucesso orgânico, fanatismo e drible no som.
Veja os principais destaques:[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_text_separator title=”Ventura Profana” title_align=”separator_align_left” border_width=”4″ css=””][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=””]”As que confiam nas travas são como os montes de Sião: que não se abalam, mas permanecem para sempre”, bradou a baiana e pastora Ventura Profana naquele que foi um dos melhores shows do festival pernambucano. Ministrando a palavra em nome de um Deus que é pelas travestis, Ventura subiu escadas, cantou todo tipo de ritmo com voz impecável —mas também perfomance. Show maiúsculo. “Eu quero viver em paz”, disse ela após o som falhar, mas também para toda as situações que cercam sua vida como corpo em uma sociedade que a estranha.

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_text_separator title=”Paulete Lindacelva” title_align=”separator_align_left” border_width=”5″ css=””][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=””]Pernambucana, Paulete não tocava em casa há bastante tempo. Responsável pelo primeiro grande show do palco Kamikaze, ela foi também quem conduziu os momentos desse palco que ainda chegariam em rave alucinante. Mas, com equilíbrio, conduziu uma aula de house passando por clássicos sem nenhum pudor —teve “Funkytown”, do Lipps Inc., “Big Fun”, do Inner City, “I Feel Love”, de Donna Summer— e também por momentos eletrizantes como um número que já costuma fazer que é uma pancada remixando “Chega Mais”, clásssico da Banda Black Rio.

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_text_separator title=”Amaro Freitas” title_align=”separator_align_left” border_width=”5″ css=””][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=””]Outro que jogava em casa era Amaro Freitas. Na Concha Acústica, o trio formado também por Sidiel Vieira (contrabaixo) e Rodrigo “Digão” Braz (bateria) enloqueceu o público que lotou o espaço mesmo com AJULIACOSTA sendo protagonista no palco maior do festival. Criando repetições, camadas e muita pancada, o pianista fez o público bater cabeça e acenar espiritualmente para todas as direções.

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_text_separator title=”Nailson Vieira” title_align=”separator_align_left” border_width=”5″ css=””][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=””]Com 22 anos, Nailson Vieira é uma das grandes revelações da música de Pernambuco. Vindo de Nazaré da Mata, ele compõe, canta, improvisa, toca trombone e é imparavel em palco. “Só vamos sair daqui se alguém expulsar”, ele brinca gozando uma plateia já rendida. Com uma tuba marcando o grave, ele serpenteou o palco da Concha Acústica com a concorrência de Zaynara (palco Coquetel) e de Mu540 (palco Kamikaze). Quem o descobriu lá viu grandes momentos de brega, forró, coco, tudo.

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_text_separator title=”Speed Test convida Cheadiak, DJ BJ3 e Zoe Beats” title_align=”separator_align_left” border_width=”5″ css=””][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=””]A rave do selo mineiro Speed Test chegou em Recife convidando dois da terra: DJ BJ3 e Zoe Beats. Deu certo, óbvio —mas, mais que isso, criou o primeiro umbral do festival. Quem precisava ir do palco Coquetel para a Concha Acústica precisava passar por um grande moedor de cérebros que o trio provocava ao entortar Racionais em jungle, “Casca de Bala” em trance, Linkin Park em torrente de grave.

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_text_separator title=”Mu540″ title_align=”separator_align_left” border_width=”5″ css=””][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=””]Mu540 cresceu, já desfruta de sucesso que o torna headliner para aqueles que esperam ansiosos para completar a vinheta “DJ Mu540, manda pra ela seu filho da puta!”. E não deu outra. Saiu do palco aclamado e criou uma confusão no festival porque interditou a passagem para os outros palcos. Ninguém passava tamanho o bloco sólido de gente balançando latinha de Red Bull, picotando alguma coisa com tesoura, botando dedo na boca de outrem. Coisa bonita que terminou em… reggae.

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_text_separator title=”Nega do Babado e Rayssa Dias” title_align=”separator_align_left” border_width=”5″ css=””][vc_column_text css=””]O palco Coquetel reservou um momento especial à uma da madrugada: a bregadeira de Nega do Babado e Rayssa Dias fez um troço acontecer na pista do principal certame do festival. A quantidade de corpos rodando, se batendo, roçando era coisa de linda de viver. Autora do clássico “Milk Shake”, Nega não teve um minuto de silêncio da platéia.

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_text_separator title=”Tati Quebra Barraco” title_align=”separator_align_left” align=”align_left” border_width=”5″ css=””][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=””]Tati foi recebida no palco Kamizake pelo mesmo umbral que se formou com Paulete, cresceu com a Speed Test e ficou imensa com Mu540. Não é um show revival: o começo já é em 150 BPM e a rajada é impossível de segurar. De “Boladona” a “Tá Ardendo Assopra”, Tati cantou e foi cantada de cabo a rabo como rainha do funk que é. Recife sempre foi uma grande produtora de funks nos anos 1990 e 2000 e recebeu-a como diva.

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_text_separator title=”Ramon Sucesso” title_align=”separator_align_left” border_width=”5″ css=””][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=””]O DJ carioca de 22 anos tem história de acasos que o fizeram um dos mais requisitados do funk contemporâneo. Ramon Sucesso não é só um meme e àqueles que esperam uma reprodução do hit viral “AI AI AI AI AI AI AI AI AI AI AI AI 🔥🤤😈 SER BANDIDO É BOM DEMAIS 🙅♂🚫🎭 OLHA SÓ O QUE ELA FAZ 👀👩🤤 QUANDO VÊ A PEÇA DO PAAAAAAAAI 🔫😈✌🏼 CAI CAI CAI CAI NA ROLA DO PAAAI 🍆🥵💯 CAAAAI CAI CAI NA ROLA DO PAI 🍆🥵💯” viram um DJ que espancou a plateia com o fino dos bailes cariocas —e assim fez-se rave de quatro às seis da manhã.

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_text_separator title=”Jessica Caitano e Samba de Coco Raízes de Arcoverde” title_align=”separator_align_left” border_width=”5″ css=””][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=””]O que fez Jessica Caitano embolando por sobre o Samba de Coco Raízes de Arcoverde foi momento alto —e bem cedo— do festival. Responsável pela abertura, a dupla deu o tom de tudo o que viria depois: um Estado que não se aguenta em si mesmo e faz muita coisa soar junto. Os repentes, o coco, a poeira que subia: tudo indicava o que contamos acima em cada um dos shows que se sucederam.

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
TRENDING
- Jin, do BTS, insistiu em ampliação da turnê: ‘Quebraríamos nossa promessa’ 16/04/2026
- J-Hope, do BTS, relembra momento de incerteza sobre futuro no grupo 17/04/2026
- J-Hope anuncia morte da avó, que o ‘criou desde pequeno’, em show do BTS 18/04/2026
- HYBE, YG, SM e JYP se unem para criar festival rival ao Coachella 16/04/2026
- C6 no Rock: veja o line-up completo do novo festival 16/04/2026