A vitória do Sorriso Maroto Grammy Latino como melhor álbum de pagode
Gravado ao vivo em Londres, disco faz homenagem ao Fundo de Quintal

Sorriso Maroto vence Grammy Latino 2025 (Billboard Brasil)
O grupo Sorriso Maroto voltou de Las Vegas para o Brasil com o Grammy Latino de Melhor Álbum de Samba/Pagode por “Sorriso Eu Gosto No Pagode – Vol. 3 – Homenagem ao Fundo de Quintal, Gravado em Londres”. É o tipo de feito que a própria banda gosta de chamar de “extraordinário” — e, desta vez, sem nenhum exagero.
Bruno Cardoso, Sergio Jr, Cris, Vini e Fred viram quase três décadas de estrada serem coroadas por um projeto que junta o sonho antigo, de reverenciar os mestres com uma dose de ousadia: levar uma roda de samba para dentro do Abbey Road Studios, em Londres.
Para Bruno, a noite do Grammy entra para o hall das mais importantes da trajetória do Sorriso:
“A gente está com a sensação, e a certeza, de que valeu a pena correr atrás, batalhar, insistir e persistir”, reflete o vocalista.
O Vol. 3 da série é todo dedicado ao Fundo de Quintal, grupo que redefiniu o samba de raiz e está na base da formação musical do Sorriso. A escolha do repertório não é detalhe: é justamente o encontro entre a obra do Fundo e o peso simbólico do Abbey Road que dá o tom de “acontecimento” ao projeto.
De um lado, o estúdio que moldou clássicos do rock e do pop mundial. Do outro, um repertório que ajudou a escrever capítulos fundamentais do samba brasileiro. No meio disso, um grupo de pagode que sai da zona de conforto, transforma homenagem em conceito e dispara um registro pensado para durar.
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