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Primavera Sound São Paulo 2026: apostas para o line-up

Billboard Brasil reúne rumores, pistas de agenda e apostas para festival

Primavera Sound São Paulo (Divulgação)

Primavera Sound São Paulo (Divulgação)

O line-up do Primavera Sound São Paulo 2026 será divulgado apenas na semana que vem, no dia 11 de maio. Até lá, os fãs daqui esperam por rumores, fofocas e pistas sobre os artistas convidados para a edição brasileira do evento, que também acontecem na Argentina, Espanha e Portugal. O festival ainda não confirmou uma atração sequer para o evento, marcado para os dias 5 e 6 de dezembro no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.

Para os fãs mais ansiosos, a Billboard Brasil preparou uma lista de apostas da redação para o cartaz do festival. As especulações seguem mais ou menos por três caminhos. O primeiro é a agenda internacional de artistas em turnê no segundo semestre. O segundo é a programação das edições de Barcelona, Porto e Buenos Aires, que costuma indicar parte do time de contratações do Primavera daqui. O terceiro é mais simples: pura torcida misturada com o disse-me-disse dos bastidores.

De Gorillaz a Zara Larsson, leia abaixo as apostas da Billboard Brasil para o Primavera Sound SP. Além do Gorillaz, JADE, PinkPantheress, Knocked Loose, Carl Cox e Dixon aparecem em edições irmãs do festival e, por isso, merecem atenção. Com agenda confirmada para a América do Sul, o grupo virtual de Damon Albarn aparece hoje como a aposta mais bem sustentada, enquanto outros nomes dependem de confirmação oficial para sair do campo da especulação.

Os alvos no radar do Primavera Sound SP

Gorillaz

O Gorillaz aparece no line-up do Primavera Sound Barcelona e do Primavera Sound Porto em 2026, está em turnê com o álbum “The Mountain” e tem rota sul-americana próxima à data brasileira, com shows anunciados em Bogotá, Lima, Córdoba, Assunção e Santiago entre novembro e dezembro. A lacuna de São Paulo, entre Paraguai/Chile e o fim de semana do Primavera, está dando muita esperança aos fãs.

The Strokes

Liderada por Julian Casablancas, os caras do The Strokes voltaram ao circuito de grandes festivais em 2026, tocaram no Coachella e anunciaram turnê mundial do álbum “Reality Awaits”, com datas na América do Norte, Europa e Japão. A presença no Primavera faria sentido pelo peso histórico no indie rock e pela memória afetiva do público brasileiro. O ponto fraco da aposta é a ausência, até agora, de uma rota sul-americana oficial.

Charli XCX

Ela foi headliner do Primavera Sound Barcelona em 2025, já passou pela edição brasileira e segue forte no circuito de festivais: em 2026, aparece entre os principais nomes do Austin City Limits. Depois de “Brat”, Charli XCX passou a ocupar um espaço raro entre pop de massa, club culture e cena alternativa. Para o Primavera São Paulo, faria sentido como headliner contemporânea ou topo de noite.

Pop alternativo e nomes em alta

Zara Larsson

Zara Larsson é uma aposta de pop internacional com bom momento de carreira. O ciclo de “Midnight Sun” ganhou novo fôlego com o remix album “Midnight Sun: Girls Trip”, que aproximou a cantora de nomes como PinkPantheress, Shakira, Robyn e Tyla. Ela também está em turnê em 2026, embora sua agenda pública se concentre em América do Norte, Europa e Oceania.

PinkPantheress

PinkPantheress tem encaixe natural no Primavera. Está no line-up de Barcelona 2026 e representa um tipo de pop que dialoga com internet, UK garage, drum’n’bass, R&B e cultura de pista. A participação no remix de Zara Larsson reforça sua presença no radar pop deste ano.

JADE

JADE, ex-Little Mix, aparece nos line-ups de Barcelona e Porto em 2026 e está em ciclo solo com o álbum “That’s Showbiz Baby!”. A turnê própria passou por Reino Unido, Irlanda, América do Norte e Europa, o que mostra investimento internacional no projeto. Para o Primavera São Paulo, seria uma contratação alinhada ao novo pop britânico, com escala menor que Charli XCX, mas com apelo de descoberta.

Jessie Ware

Jessie Ware é aposta de sofisticação pop e pista adulta. A cantora lançou “Superbloom” e anunciou sua maior turnê como headliner, com datas na América do Norte e Europa entre outubro e dezembro. O problema é justamente a agenda: ela tem compromissos europeus no início de dezembro, o que dificulta uma passagem pelo Brasil no fim de semana do Primavera.

Indie, revival e guitarras

Sugar

Sugar seria uma aposta de revival indie, não de massa. A banda de Bob Mould voltou após mais de três décadas, lançou músicas novas e ampliou a reunião para uma turnê mundial em 2026. A escala é menor, mas o valor de curadoria é alto: seria um nome para público de guitarras, anos 1990 e rock alternativo de catálogo. A agenda anunciada se concentra em Europa e América do Norte, sem América do Sul até agora.

Knocked Loose

Knocked Loose amplia o mapa do festival para o hardcore e o metal extremo. A banda está no Primavera Sound Barcelona 2026 e vem de um período de exposição incomum para o gênero, com presença em festivais grandes e circulação fora do circuito estritamente pesado. No Brasil, há base fiel para hardcore e metal, e o Primavera já mostrou que pode abrir espaço para sons mais agressivos.

R&B, pista e curadoria

Rochelle Jordan

Rochelle Jordan seria uma excelente aposta de curadoria. A cantora e produtora britânico-canadense lançou “Through the Wall” e anunciou turnê norte-americana em 2026, além de aparecer no line-up do Austin City Limits. Seu som cruza R&B, house, garage e eletrônica de forma compatível com a parte mais noturna e menos óbvia do Primavera.

Carl Cox

Carl Cox é uma possibilidade eletrônica com base no ecossistema Primavera. Ele está no Primavera Bits de Barcelona 2026, ao lado de Joseph Capriati, BLOND:ISH e Greta, dentro de uma programação voltada a techno e house.

Dixon

O DJ aparece no domingo do Primavera Sound Porto 2026, em uma programação de encerramento com Peggy Gou, Xinobi e SuM. Seu nome combina com uma curadoria de house e techno menos comercial, com apelo para público de pista. Sem rota brasileira anunciada, fica como chute editorial informado, não rumor.