No Lolla, Lorde canta sua longa história de amor com Brasil
Neozelandesa foi uma das principais atrações do último dia de Lollapalooza

Lorde no palco do Lollapalooza 2026 (Reprodução)
Lorde encerrou a programação do Palco Samsung, o segundo maior do Lollapalooza Brasil, na noite quente deste domingo (22). Esse foi o reencontro da neozelandesa com o público brasileiro que, segundo a própria, cresceu junto dela. E ela não mentiu.
A plateia que estava se espremendo pra ter uma visão privilegiada do palco tinha todas as letras na ponta da língua, desde que ela lançou “Pure Heroine” (2013), até o mais recente “Virgin” (2025) — que trouxe uma versão mais madura, ousada e livre de Lorde.
Lorde: versão mais ousada, madura e livre
Isso foi provado no palco. Ela usou roupas rasgadas, tirou a calça, o top e até rasgou a própria camiseta enquanto cantava “Liabilty”, single lançado no “Melodrama” que tem uma letra daqueles que da uma crise existencial em qualquer um.
Energética do começo ao fim, Lorde não deixou a energia cair durante a uma hora que ficou no palco. Ora deprê, ora dançante, a cantora se mostrou dona do palco e de si mesma ao se abrir para o público brasileiro, que lhe abraçou como faz desde que ela pisou aqui pela primeira vez, neste mesmo festival, em 2014.
Com um show em que exalta o próprio amadurecimento pessoal e artístico no palco, Lorde leva o público junto de si para uma viagem introspectiva, dolorosa e deliciosa.
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