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Confira os aniversariantes da música em janeiro

Confira os aniversariantes da música em janeiro

De Elvis a Djavan passando por Alicia Keys e Janis Joplin

Aniversariantes da música em janeiro

O mês de janeiro chega com uma lista de aniversários que atravessa gerações, estilos e continentes — do samba-rock elegante de Luiz Melodia ao rock monumental de Jimmy Page, passando por ícones como Elvis Presley, David Bowie, Dolly Parton e Mary J. Blige. A seguir, um giro rápido por cada aniversariante com mini perfis e destaques de obras que marcaram a história da música.

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7 de janeiro | Luiz Melodia (1935–2017)

Dono de uma voz inconfundível e de um lirismo urbano, Luiz Melodia foi um dos grandes cronistas musicais do Brasil. No repertório, misturou samba, soul, MPB e rock com uma elegância singular. Estourou com canções como “Pérola Negra”, “Estácio, Holly Estácio” e “Magrelinha”. O álbum “Pérola Negra” é uma de suas obras essenciais, consolidando seu lugar entre os mestres da canção brasileira. Melodia morreu em decorrência de um câncer na medula óssea, aos 66 anos.

8 de janeiro | Elvis Presley (1935–1977)

O “Rei do Rock” redefiniu a cultura pop mundial e ajudou a popularizar o rock’n’roll como fenômeno global. Com carisma cinematográfico, Elvis emplacou sucessos eternos como “Jailhouse Rock”, “Hound Dog” e “Can’t Help Falling in Love”. Também brilhou no cinema em “Jailhouse Rock” e “Viva Las Vegas”. Sua influência atravessa décadas, moldando do pop ao rock contemporâneo.

8 de janeiro | David Bowie (1947–2016)

Camaleônico e visionário, David Bowie transformou reinvenção em arte. Ícone do glam rock e da experimentação pop, criou personas como Ziggy Stardust e redefiniu a estética musical dos anos 1970 em diante. Entre os clássicos estão “Space Oddity”, “Heroes” e “Let’s Dance”. O álbum “The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars” é referência obrigatória, e no cinema ele marcou presença em “Labyrinth”.

9 de janeiro | Jimmy Page (1944)

Guitarrista, produtor e arquiteto sonoro do Led Zeppelin, Jimmy Page ajudou a construir a linguagem do hard rock. Seu estilo combina riffs pesados com passagens acústicas e psicodelia, criando uma assinatura única. Entre os maiores hinos estão “Stairway to Heaven”, “Whole Lotta Love” e “Kashmir”. O álbum “Led Zeppelin IV” permanece como um dos pilares do rock mundial, consolidando o legado da banda.

10 de janeiro | Rod Stewart (1945)

Com voz rouca e presença magnética, Rod Stewart é um dos grandes cantores britânicos do pop-rock e do soul. Fez história tanto em carreira solo quanto com grupos como Faces. Seus maiores sucessos incluem “Maggie May”, “Do Ya Think I’m Sexy?” e “Forever Young”. Ao longo das décadas, alternou rock, baladas e standards, sempre mantendo apelo popular.

11 de janeiro | Mary J. Blige (1971)

Rainha do hip-hop soul, Mary J. Blige transformou vulnerabilidade em força e fez do R&B um espelho emocional de uma geração. Estourou com hits como “Real Love”, “Be Without You” e “Family Affair”. O álbum “My Life” é considerado um dos mais importantes do gênero, influenciando do rap ao pop contemporâneo. Ela também se destacou como atriz, incluindo o filme “Mudbound”.

12 de janeiro | Nando Reis (1963)

Compositor essencial da música brasileira, Nando Reis é responsável por alguns dos maiores sucessos do rock nacional. Ex-integrante dos Titãs, construiu carreira solo marcada por romantismo, cotidiano e melodias fortes. Assina clássicos como “All Star”, “Relicário” e “Pra Você Guardei o Amor”. O álbum “Para Quando o Arco-Íris Encontrar o Pote de Ouro” é um dos marcos de sua discografia.

14 de janeiro | Dave Grohl (1969)

Um dos músicos mais influentes do rock moderno, Dave Grohl atravessou duas eras: do Nirvana ao Foo Fighters. Depois de ser baterista do lendário disco “Nevermind”, do Nirvana, Grohl reinventou-se como cantor, guitarrista e líder de banda Foo Fighters, que emplacou hits como “Everlong”, “The Pretender” e “Best of You”. Também dirigiu e estrelou documentários como “Sound City”.

16 de janeiro | Sade (1959)

Elegância, mistério e uma voz que parece flutuar: Sade é uma das artistas mais sofisticadas da música contemporânea. À frente da banda que leva seu nome, ela redefiniu o soul com um estilo suave e refinado, misturando R&B, jazz e pop com naturalidade e classe. Dono de uma discografia enxuta e impecável, seu repertório atravessa décadas com força intacta — de “Smooth Operator” e “Your Love Is King” a hinos intensos como “No Ordinary Love” e “By Your Side”. Sade é sinônimo de sensualidade contida, emoção profunda e presença atemporal.

19 de janeiro | Dolly Parton (1946)

Lenda absoluta do country, Dolly Parton é compositora, cantora, empresária e símbolo cultural. Sua carreira reúne carisma, inteligência e uma habilidade rara para escrever músicas que atravessam o tempo. Entre os maiores sucessos estão “Jolene”, “9 to 5” e “I Will Always Love You”. Ela também brilhou no cinema, especialmente em “9 to 5”.

19 de janeiro | Janis Joplin (1943–1970)

Voz rasgada, alma intensa e presença explosiva: Janis Joplin foi um dos símbolos máximos da contracultura. Ícone do rock e do blues, marcou Woodstock e entrou para a história com interpretações viscerais. Entre os clássicos estão “Piece of My Heart”, “Cry Baby” e “Me and Bobby McGee”. O álbum “Pearl” se tornou sua obra definitiva.

25 de janeiro | Alicia Keys (1981)

Pianista virtuosa e cantora de voz marcante, Alicia Keys surgiu como uma renovação do R&B no início dos anos 2000. Seu debut “Songs in A Minor” virou clássico imediato, impulsionado por “Fallin’”. Depois, consolidou-se com sucessos como “If I Ain’t Got You” e “No One”. Seu trabalho equilibra soul, pop e hip-hop com elegância e personalidade.

25 de janeiro | Etta James (1938–2012)

Uma das maiores vozes do blues e do soul, Etta James cantava como quem atravessava o fogo. Sua interpretação de “At Last” virou padrão absoluto de romantismo na música, atravessando gerações e trilhas sonoras. Outros destaques incluem “I’d Rather Go Blind” e “Something’s Got a Hold on Me”. Sua potência vocal permanece como referência histórica.

26 de janeiro | Eddie Van Halen (1955–2020)

Revolucionário da guitarra, Eddie Van Halen mudou a forma de tocar rock com técnica explosiva e criatividade. A sua técnica de “tapping” virou assinatura e inspirou uma geração inteira de músicos. Com o Van Halen, criou hinos como “Jump”, “Panama” e “Eruption”. O álbum “Van Halen” (1978) é considerado um dos mais importantes da história do hard rock.

27 de janeiro | Djavan (1949)

Um dos compositores mais sofisticados do Brasil, Djavan é mestre em unir MPB, jazz, samba e pop com identidade própria. Sua obra combina harmonia refinada, poesia e interpretação impecável. Entre os maiores sucessos estão “Flor de Lis”, “Oceano” e “Eu Te Devoro”. Discos como “Luz” e “Lilás” ajudaram a definir o som de uma era.

28 de janeiro | Sandy (1983)

Sandy construiu carreira sólida desde a infância com Sandy & Junior e se reinventou como artista solo com maturidade e delicadeza. Após o fenômeno pop dos anos 1990 e 2000, lançou o álbum “Manuscrito”, marcando uma virada estética e sonora. Entre os destaques estão “Pés Cansados” e “Aquela dos 30”.

29 de janeiro | Jerry Adriani (1947–2017)

Nome importante da Jovem Guarda, Jerry Adriani ajudou a popularizar o romantismo pop no Brasil. Começou como vocalista do conjunto Os Rebeldes e logo seguiu carreira solo de grande apelo popular. Seu repertório inclui “Doce, Doce Amor”, “Querida” e “A Grande Viagem”. Tornou-se ídolo de uma geração e símbolo de uma fase decisiva da música brasileira.

30 de janeiro | Phil Collins (1951)

Cantor, baterista e compositor, Phil Collins marcou o pop-rock com hits gigantes e uma assinatura rítmica inconfundível. No Genesis e em carreira solo, reuniu sucessos como “In the Air Tonight”, “Against All Odds” e “Another Day in Paradise”. Também brilhou em trilhas sonoras, especialmente no filme “Tarzan”, com músicas como “You’ll Be in My Heart”.

31 de janeiro | Justin Timberlake (1981)

De fenômeno adolescente no *NSYNC a estrela pop completa, Justin Timberlake construiu carreira baseada em performance, timbre marcante e produção sofisticada. Emplacou sucessos como “Cry Me a River”, “SexyBack” e “Mirrors”. O álbum “FutureSex/LoveSounds” foi decisivo para redefinir seu som e consolidar sua identidade artística. Também atuou no cinema, ampliando sua presença na cultura pop.

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