Alexandre Pires diz que Barretos é a consagração do ‘Pagonejo Bão’
Projeto do cantor é uma mistura entre o sertanejo e pagode

Alexandre Pires se apresenta em Barretos 2026 (Cadu Fernandes/Divulgação)
Alexandre Pires está prestes a chegar na 71ª Festa do Peão de Barretos. O cantor, um dos nomes que representam o pagode no line-up principal do evento, comentou a preparação para o show e a importância da apresentação dentro da turnê atual.
“Barretos é uma festa muito tradicional já, né? Faz parte de um circuito muito desejado, não só pelos concorrentes da arena, mas também pelos artistas que gostam muito de cantar ali”, disse Alexandre sobre o evento que, em 2026, investiu pesado no pagode. Além de ele, já passaram pelo Barretão Turma do Pagode, Belo e Pixote.
O cantor, que lançou o projeto “Pagonejo Bão” em 2025, disse que está se sentindo honrado em poder levar suas versões do pagode misturado com sertanejo para o palco principal de Barretos. “A expectativa é muito boa. A gente tá realmente preparado pra fazer uma grande festa lá, junto com os outros artistas e o público que vai estar presente.”
+Leia mais: Belo estreia em Barretos e celebra ‘nação pagodeira’ na Festa do Peão
Para Alexandre Pires, inclusive, esse show em Barretos chega como uma espécie de consagração do “Pagonejo Bão”: “Acredito que seja o momento mais importante dessa turnê até agora”.
Sobre o repertório do show, Alexandre adiantou que o público vai encontrar uma mistura entre clássicos regravados no DVD e os sucessos da própria carreira: “A gente faz essa mistura pra todo mundo se divertir, curtir, dançar, se emocionar.”
Sobre o ‘Pagonejo Bão’
Lançado em agosto de 2025, o disco é uma mistura do pagode já bem estabelecido na carreira de Alexandre com o sertanejo que cresceu ouvindo lá em Uberlândia, cidade do interior de Minas Gerais onde nasceu. “Desde a minha infância eu sempre ouvia muita música sertaneja ali, principalmente na década de 1980”.
“A ideia era juntar o cavaquinho com a sanfona, a viola com o pandeiro, e fazer esse som que, na verdade, era um grande sonho que eu sempre tive: poder tocar clássicos sertanejos em ritmo de pagode.”
Sobre o resultado do projeto, ele disse que foi uma satisfação conseguir unir músicas que marcaram o sertanejo raiz com nomes novos do gênero, como Lauana Prado e Ana Castela: “Acho que a gente conseguiu atender às duas páginas do sertanejo. O sertanejo é um evento, é um estilo musical bastante cultural. Mas acho que a gente conseguiu unir isso, e também os clássicos da minha carreira.”
Alexandre Pires também adiantou que prepara um novo projeto para novembro, em São Paulo, sem relação com o “Pagonejo”, para celebrar os 25 anos de carreira solo.
Sobre uma possível sequência do projeto do ‘Pagonejo’, o cantor afirmou que a ideia não está descartada –mas não é algo que deve acontecer para já: Há espaço para isso. Porém, como o projeto está crescendo muito, a gente vai esperar um pouquinho mais.”
Ao ser questionado sobre outros gêneros que ainda gostaria de explorar, Alexandre Pires revelou um sonho antigo: “Eu tenho um grande sonho de gravar um disco de reggae. Acho que é um gênero musical muito forte, que mexe com as nossas raízes. Se Deus permitir, mais cedo ou mais tarde, eu vou gravar um projeto de reggae.”
Ouça ‘Pagonejo Bão’, de Alexandre Pires

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