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Entenda a visão de Sandra Sá sobre a nova geração: ‘muita gente legal’

Confira o papo com a Billboard Brasil

Sandra Sá na watch party da Heineken ( @apenastoni)

Sandra Sá na watch party da Heineken ( @apenastoni)

Em uma conversa descontraída durante a madrugada de segunda-feira (16) no Camarote Folia Tropical, na Marquês de Sapucaí (RJ),  Sandra Sá refletiu sobre o atual cenário da música brasileira. Recentemente, a artista participou do projeto “Bem Black” ao lado de Thiaguinho, uma experiência que a fez pensar sobre como a nova geração tem lidado com a exaltação da música preta.

Para a cantora, embora exista um movimento positivo, ainda há uma lacuna de aprendizado que precisa ser preenchida. Ela acredita que uma parte da juventude ainda carece de maior conhecimento sobre as raízes sonoras do país, mas ressalta que a responsabilidade não deve recair sobre os novos talentos.

Segundo Sandra, a galera não tem culpa de nada; os veteranos é que precisam fornecer esse conhecimento e as ferramentas necessárias. Ela enfatiza que há muitos novos talentos na música preta surgindo.

“Há muita gente boa surgindo no cenário artístico e basta estar atento para chegar junto e fortalecer o movimento”, afirma Sandra Sá.

A presença marcante de Sandra Sá

Sandra Sá protagonizou uma das edições mais viscerais do “Tiny Desk Brasil”, em novembro do ano passado. Sob curadoria de seu filho, Jorge Sá, o projeto apresentou versões minimalistas de “Olhos Coloridos”, “Bye Bye Tristeza” e “Retratos e Canções”. Durante a gravação, a cantora definiu a performance como uma vitrine estratégica da MPB para o mercado global.

Além da parceria com Thiaguinho no projeto “Bem Black”, a colaboração com a banda Black Machine, em Belo Horizonte, ratificou a vigência de sua estética sonora no cenário atual.

Ouça a interpretação de Sandra Sá para o clássico “Eu Quero É Botar Meu Bloco Na Rua”, de Sérgio Sampaio