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Rock in Rio 40: ‘Conectar artistas e fãs é ser parte dessa história’, conta Didi

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Didi Wagner na Cidade do Rock (Beto Roma/Divulgação)

Três edições do Rock in Rio já haviam acontecido, e o público precisou esperar 10 anos pela próxima, que só rolou em 2011. Quando finalmente chegou a hora, nomes como Didi Wagner, 48 anos, se viram diante de um momento histórico: a marca se consolidou e nunca mais ficou tanto tempo longe dos brasileiros.

A apresentadora conta que é fã de música e cultura pop desde sempre e que, em 1985, na primeira edição, já via o evento como objeto de desejo de todo mundo –profissionais do universo da música inclusos. “Em 2011, com uma trajetória consolidada como apresentadora, poder estar ali, ao vivo, foi a realização de um sonho. Eu sabia que o Rock in Rio seria um desafio, mas também uma grande oportunidade de vivenciar a música de perto”, avalia Didi à Billboard Brasil. Na ocasião, ela fez a cobertura da festa pelo Multishow.

Didi conta que entendia a edição 2011 do festival como um momento de renovação, de demonstração da força e energia do evento. “Como apresentadora, estar ali, no meio de tudo, com essa energia pulsante e reencontrando o público brasileiro, foi um momento mágico.”

Um dos mais especiais, segundo ela, foi a entrevista com o Coldplay. Fãs lembram até hoje da entrega de Didi e elegem como o auge da passagem da banda pelo festival. Qual o segredo, então, para estar presente de forma tão positiva na memória de tanta gente?

“Eu sempre encaro cada transmissão como uma oportunidade única, respeitando ao máximo a missão de levar informação e curiosidades sobre tudo o que acontece no evento a quem não pode estar presencialmente ali. Estar no meio desse acontecimento grandioso, conectando os artistas com os fãs, e vice-versa, me faz sentir parte dessa história. É muito especial ver como esses momentos se eternizam na memória das pessoas e, de alguma forma, contribuem para o legado do Rock in Rio”, diz.

A preparação, ela confessa, foi complexa e desafiadora. O Rock in Rio já era conhecido e Didi já tinha experiência com transmissões de festivais, mas a edição de 2011 exigiu ainda mais da produção, devido à proporção do evento e à quantidade de shows. A apresentadora classifica o evento como uma escola.

“Nos preparou para as transmissões das edições seguintes. Apesar de ter sido super bem organizado, o evento nos trouxe a dimensão do desafio que ele representa, demandando uma equipe enorme, muita preparação e uma engenharia técnica extremamente sofisticada. Foi uma experiência incrível e desafiadora”, relata.

Pessoalmente, Didi coloca a transmissão na prateleira de grandes oportunidades que teve: “Trouxe uma sensação de reencontro com a nossa cultura musical e a satisfação de fazer parte da grandiosidade que só esse festival tem”.

Com tanta experiência, a apresentadora entrega alguns truques e dicas usados nas transmissões: “Além da experiência, o que me ajuda muito é o amor pelo que eu faço. Sempre fui muito curiosa e apaixonada por música, e acho que isso transparece na TV. Cada festival tem uma vibe única, e eu tento absorver essa energia para passar ao público. Estar presente de corpo e alma, me divertir com as pessoas e manter uma conexão verdadeira com quem está assistindo faz toda a diferença”, finaliza.