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Nova era de IZA: reggae, ancestralidade e singles inéditos

'Caos e Sal' e 'Tão Bonito' já estão disponíveis nas plataformas de streaming

IZA

IZA (MarVin/Divulgação)

A cantora IZA lança, nesta sexta-feira (19), os singles “Caos e Sal” e “Tão Bonito” e mergulha de vez no reggae. Nessa nova fase, a artista celebra a ancestralidade.

“Sempre desejei explorar o reggae, um estilo que considero extremamente democrático por suas diversas vertentes, do R&B ao rap, do tradicional ao dancehall. Assim como o samba, o reggae oferece uma riqueza de sonoridades que me identificam profundamente”, explica IZA.

“Além disso, a mensagem de paz, amor, liberdade e consciência política defendida pelos precursores do gênero ressoa muito comigo. É um estilo que eu namoro há muito tempo”, diz a artista.

Composta pela cantora em parceria com um time que traz Rafa Chagas, Nave e Fejuca, “Caos e Sal” se destaca pelos grooves marcantes e pelo balanço envolvente. Esses elementos sublinham uma letra que é, ao mesmo tempo, um hino de afirmação pessoal.

A canção transborda a sabedoria ancestral (“Bem que minha vó falou / Que a força dos ancestrais / Nos protege da dor”), enquanto confronta a arrogância do poder (“Gente querendo / Pensando que tá no comando / Que é dono de tudo / Que manda no mundo / Só fala e não quer escutar”).

Com “Tão Bonito”, IZA nos convida a embarcar em um momento de leveza e intimidade, explorando elementos que vão além das fronteiras do R&B e do pop.

A faixa, onde a liberdade de criação e a busca por novas expressões musicais continuam a pautar sua carreira, mostra a fusão com o afrobeat e um reggae romântico.

IZA resgata sua afinidade com Kemet, nome original do antigo Egito, que significa ‘terra preta’. Com a fusão de conceitos, que passa ainda pela Etiópia e aterrissa no Maranhão, a artista mergulha em uma profunda jornada de celebração à ancestralidade”, diz o comunicado à imprensa.

“Kemet é abordado como um berço de tecnologia, sofisticação e conhecimento de um povo preto que construiu uma das maiores bases da civilização humana, resgatando um sentimento de pertencimento e autoestima. O registro audiovisual de ‘Caos e Sal’ e ‘Tão Bonito’ é a materialização dessa pesquisa, coroada por uma paleta de cores própria, inspirados nos pigmentos ancestrais egípcios que simbolizam realeza e espiritualidade”.

A estética visual é marcada por texturas e um tom mais gráfico e surrealista, dando sentido a símbolos e figuras emblemáticas como as deusas egípcias Bastet (protetora da fertilidade), Nefertiti e Cleópatra, além dos faraós, esfinges e do deserto, que simboliza tanto Kemet quanto os Lençóis Maranhenses.

A proposta incorpora ainda a simbologia dos Adinkras, ícones africanos que carregam saberes ancestrais, como o Sankofa.

IZA
IZA (MarVin/Divulgação)