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Luedji Luna é eleita artista do ano pela APCA

Artista conquista título depois de lançar dois álbuns em intervalo de 17 dias

Luedji Luna (Henrique Falci)

Luedji Luna (Henrique Falci)

A cantora e compositora Luedji Luna foi eleita Artista do Ano pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA). O anúncio foi feito em 26 de janeiro de 2026, junto à lista de vencedores que celebra os destaques da produção artística de 2025.

O prêmio coroa um período decisivo na carreira da artista. Em 2025, ela lançou “Um Mar Pra Cada Um” e “Antes Que A Terra Acabe” com apenas 17 dias de diferença, ampliando o alcance de uma obra que transita entre MPB, jazz, soul e ritmos afro-brasileiros. No mesmo ano, venceu o Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Música Popular Brasileira/Música Afro-Portuguesa Brasileira com “Um Mar Pra Cada Um”, além de receber prêmios como Multishow e Tenho Mais Discos Que Amigos na categoria MPB do Ano.

“Estou muito feliz e honrada por esse título. Fiz esses álbuns única e exclusivamente para a música, com a música como meu guia principal. Esse prêmio me traz muitas respostas e é reflexo de um trabalho de muito estudo, dedicação e de um esforço enorme para estar presente para ele e para todas as demais demandas de uma artista, mãe e mulher. Viva a música brasileira, viva o jazz, viva a arte!”, afirmou.

A cerimônia de entrega dos troféus está prevista para maio de 2026, no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo.

Sobre Luedji Luna

Nascida em Salvador, Luedji Luna estudou música na Escola Baiana de Canto Popular e se firmou como uma das vozes centrais da música brasileira contemporânea. O álbum “Um Corpo no Mundo” (2017) projetou seu nome nacionalmente. Em 2021, lançou “Bom Mesmo É Estar Debaixo D’Água”, indicado ao Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de MPB e expandido na versão deluxe, de 2022, com influências de neo soul, R&B e jazz.

Em 2024, interpretou o tema de abertura da novela “Renascer”, da TV Globo, e estreou no Rock in Rio, em apresentação no palco Sunset, com participações de Tássia Reis e Xênia França na canção “Lua Soberana”. No mesmo período, lançou a festa “Manto da Noite”, projeto em que atua como CEO e curadora.

Em 2025, apresentou “Um Mar Pra Cada Um”, disco que aborda desejo e afeto a partir de novas perspectivas e rendeu o Grammy Latino. Pouco depois, lançou “Antes Que A Terra Acabe”, que encerra a trilogia do amor iniciada com “Bom Mesmo É Estar Debaixo D’Água” e sua versão deluxe, com participações de Nubya Garcia, Kamasi Washington, Liniker, Tali e Beatriz Nascimento.

Além do Grammy Latino, a artista foi premiada em 2025 como Melhor MPB no Prêmio Multishow pela música “Apocalipse”, Cantora do Ano no WME, Álbum de MPB do Ano pelo Tenho Mais Discos Que Amigos e na categoria Música do Prêmio Miguel Arcanjo. Também participou de projetos como Colors e Tiny Desk com Afropunk.