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No Lolla, Lorde canta sua longa história de amor com Brasil

Neozelandesa foi uma das principais atrações do último dia de Lollapalooza

Lorde no palco do Lollapalooza 2026 (Reprodução)

Lorde no palco do Lollapalooza 2026 (Reprodução)

Lorde encerrou a programação do Palco Samsung, o segundo maior do Lollapalooza Brasil, na noite quente deste domingo (22). Esse foi o reencontro da neozelandesa com o público brasileiro que, segundo a própria, cresceu junto dela. E ela não mentiu.

A plateia que estava se espremendo pra ter uma visão privilegiada do palco tinha todas as letras na ponta da língua, desde que ela lançou “Pure Heroine” (2013), até o mais recente “Virgin” (2025) — que trouxe uma versão mais madura, ousada e livre de Lorde.

Lorde: versão mais ousada, madura e livre

Isso foi provado no palco. Ela usou roupas rasgadas, tirou a calça, o top e até rasgou a própria camiseta enquanto cantava “Liabilty”, single lançado no “Melodrama” que tem uma letra daqueles que da uma crise existencial em qualquer um.

Energética do começo ao fim, Lorde não deixou a energia cair durante a uma hora que ficou no palco. Ora deprê, ora dançante, a cantora se mostrou dona do palco e de si mesma ao se abrir para o público brasileiro, que lhe abraçou como faz desde que ela pisou aqui pela primeira vez, neste mesmo festival, em 2018.

Com um show em que exalta o próprio amadurecimento pessoal e artístico no palco, Lorde leva o público junto de si para uma viagem introspectiva, dolorosa e deliciosa.