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‘Guru’, Coldplay Chris Martin elenca música, filme e livro para deprimidos

Vocalista compartilhou dicas para lidar com a depressão

Coldplay no Rock in Rio 2011

Coldplay no Rock in Rio 2011 (Reuters)

Durante a turnê do Coldplay em Hong Kong, Chris Martin compartilhou nas redes sociais uma lista pessoal de recomendações para lidar com a depressão. No vídeo postado no Instagram, ele explicou que notou “algumas pessoas, inclusive ele mesmo”, passando por momentos difíceis, e decidiu compartilhar práticas que têm ajudado no seu bem-estar — com a esperança de que também sirvam para outras pessoas.

As recomendações de Chris Martin para a quem enfrenta depressão

  • Escrita livre: escrever por 12 minutos tudo o que vier à mente — pensamentos, preocupações, sentimentos — e depois queimar ou jogar fora o papel.

  • Meditação transcendental: uma técnica silenciosa de meditação com os olhos fechados, sentado confortavelmente, que ele diz ter ajudado muito com equilíbrio e clareza mental.

  • Propriocepção: movimentos corporais para equilibrar o cérebro. Ele cita o “Método Costello”, criado por Jim Costello, que é especialmente útil para jovens com TDAH ou autismo. O método se baseia em movimentos físicos para restaurar a confiança no corpo e aliviar tensões emocionais.

Outras recomendações incluem:

  • O álbum “Music For Psychedelic Therapy”, de Jon Hopkins

  • O filme “Sing Sing”

  • O livro “The Oxygen Advantage”, focado em técnicas de respiração

  • E música da artista Chloe Qisha

Martin conclui dizendo que essas práticas têm o ajudado a “manter-se feliz e grato por estar vivo”.

Essa iniciativa segue uma entrevista exclusiva que ele deu à NME no lançamento do álbum “Moon Music”, em que abordou como a criação do disco o ajudou a superar momentos de crise existencial. Ele mencionou que apresentações como a de Glastonbury, com a participação de Michael J. Fox, reacenderam seu senso de propósito e alegria.

Segundo Martin, o álbum da banda conta a história de alguém que acorda se sentindo mal consigo mesmo e com o mundo, mas ao longo do dia — e do disco — encontra um caminho para se sentir bem novamente.