Fã de Angra e cria dos barzinhos: quem é Vitor Amaral, o novo ‘queridinho’ do forró
O jovem do heavy metal hoje faz seu repertório misturando trap com modão

Divulgação
De uma semana para outra, Vitor Amaral emplacou quatro músicas entre as cem canções mais ouvidas do país no Billboard Brasil Hot 100. O cantor de forró de 25 anos, nascido em Teresina, no Piauí, teve um início de junho estrondoso. Mas não tem muito tempo para ficar com o pé para cima e comemorar. Com o mês mais agitado para quem aproveita as festas juninas pelo Brasil só começando, o músico vive sua melhor fase.
“Graças a Deus estamos recebendo um reconhecimento maravilhoso em todo o Brasil. Nossa agenda para o São João está completamente lotada”, diz Vitor, em entrevista para a Billboard Brasil durante uma viagem e outra.
Hoje um dos grandes nomes do forró, Vitor começou sua carreira artística ainda na infância. Aprendeu a tocar violão com a ajuda de familiares e, aos 16 anos, passou a tocar em bares pela capital do Piauí. O famoso voz e violão dos mais variados estilos.
No entanto, hoje identificado com o gênero popular made in Brasil, o músico tem uma bagagem ligada ao heavy metal.
“Sim, eu fui roqueiro. Eu escutava muito heavy metal, bandas como Angra e Shaman. Contudo, acredito que esse histórico não influenciou muito no trabalho que faço hoje. Admiro a musicalidade delas, mas hoje tenho muito a influência de bandas de forró, como Calcinha Preta e outras das antigas. Hoje, minha maior referência é o Wesley Safadão“.
Números meteóricos
Nesta quarta-feira (5), o EP “Plantão do Vitim“, com seis músicas, completa uma semana de lançamento. Porém, mesmo com pouco tempo de lançamento, o projeto acumula mais de 10 milhões no YouTube e Spotify. O single “Preço” subiu 183 posições no Hot 100, passando da posição 251 para 68. Tudo isso em cinco dias.
A lista completa de canções de Vitor Amaral no ranking das mais ouvidas do país, segundo o Billboard Brasil Hot 100, tem:
- 57ª – “Só Não Dou Meu Celular”
- 65ª – “Sequência de Macetada” part. Hick Barão
- 67ª – “Toma Safadinha” part. Álvaro Neto
- 68ª – “Preço”
“Estamos com um crescendo muito. ‘Só Não Dou Meu Celular’ é uma música que abriu muitas portas e é nessa pegada que queremos seguir, de algo mais jovem, de trazer novidades”, diz.
Falando em novidades, o fã de heavy metal e cantor de forró quer se conectar com o trap. Mas, espécie de representação ideal do que é ser eclético, ele prepara repertórios que envolvam vários gêneros – e, claro, 100% atualizados, misturando amor e sacanagem. Porém, ele jura que mistura tudo isso sem deixar sua essência forrozeira de lado.
“Eu gosto muito de misturar gêneros. Nosso show é eclético. Gosto muito do trap, do funk, o modão, o brega. Queremos englobar vários ritmos nos nossos shows. Porém, eu busco fazer parcerias no meu gênero, talvez no sertanejo. É muito importante furar bolhas também”.
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