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Volume lá em cima: Coke Studio vira sucesso de público no Lolla BR 2026

Galera do Coke Studio guardando as memórias do Lolla pra lembrar depois (Divulgação)

Galera do Coke Studio guardando as memórias do Lolla pra lembrar depois (Divulgação)

Muita gente teve um motivo a mais para sair do Lollapalooza Brasil 2026 com o armazenamento do celular cheio. O nome dele? Coke Studio. Em um festival de proporções gigantes, a Coca-Cola apostou em um espaço que condensou aquilo que a marca vem construindo globalmente: música, conexão e experiência em um só lugar. Criado como uma plataforma internacional que une artistas consagrados e talentos emergentes em colaborações e performances únicas, o Coke Studio ganhou seis shows que agitaram os três dias de música e ficaram na memória dos fãs de música e nos seus celulares.

“A música é um dos territórios mais importantes para a Coca-Cola quando falamos em conexão cultural genuína com as pessoas. Ela tem a capacidade de romper barreiras e reunir diferentes gerações, criando experiências relevantes e fortalecendo os laços entre artistas e fãs”, explica Eduardo Rubinstein, diretor de entretenimento e cultura da marca. E é esse contexto estratégico que se viu no Coke Studio, um projeto lançado originalmente em 2008 e relançado globalmente em maio de 2022, fortalecendo a relevância da Coca-Cola com os jovens, por meio da música.

Eduardo Rubinstein, diretor deentretenimento e cultura de Coca-Cola (foto: Leca Novo)
Eduardo Rubinstein, diretor de entretenimento e cultura de Coca-Cola (foto: Leca Novo)

Ídolos pertinho do público

Se os palcos principais atraem multidões, o Coke Studio ofereceu proximidade dos artistas, alguns deles ídolos nacionais. A programação musical teve curadoria da Billboard Brasil e contou com atrações principais de peso: Mc Livinho, Melody e Àttooxxá. Eles foram acompanhados por três revelações, oferecidas pela plataforma Billboard Descobre, Blue, Ana Morais e o rapper 2ZDinizz, e os DJs Syon Trio, Dj Kaique e Ubunto.

A Coca-Cola ofereceu em seu espaço de ativações mais de 27 horas de programação ao longo dos três dias, em um espaço que atraiu grande público. Mais que isso, estimulou fãs de música de todos os tipos a ficarem por lá – e aí a gente já sabe como fica a memória do celular, de tantas fotos e vídeos tirados, não é?

Mais do que assistir, o público participava de perto, dando sentido à dinâmica do espaço, que ainda tinha a vantagem de ser coberto, dando uma trégua no calor do autódromo.

Aumente o Volume, a pista é sensorial

O Coke Studio veio com um lema: “Aumente o volume”. Não foi só um convite, mas uma forma de transformar o espaço da Coca-Cola em um ponto de encontro dentro do Lollapalooza, onde as pessoas pudessem celebrar a música, se conectar e compartilhar momentos marcantes ao longo do evento.

“Para isso, apresentamos uma novidade neste ano: uma pista de dança sensorial que pulsava junto com o público e transformava a energia coletiva em parte da experiência”, contou Rubinstein.

“Por meio de sensores espalhados pela pista, era possível monitorar e identificar os momentos de maior intensidade, captando o clima e o movimento de quem estava presente. Nesses picos de energia, ativações especiais eram destravadas, como ações de sampling, e o público ainda podia aparecer no telão do estande, celebrando quem faz a pista realmente acontecer”, acrescentou ele, sobre a ativação desenvolvida em parceria da Samba com a Sala28, referência em experiências sensoriais imersivas.

Ana Morais, artista apresentada por Billboard Descobre (foto: Tati Silvestroni)
Ana Morais, artista apresentada por Billboard Descobre (foto: Tati Silvestroni)

Assim, não foi por acaso a escolha dos destaques que puxaram esse protagonismo.

O fim de semana começou em alta voltagem, com MC Livinho abrindo a sexta-feira no embalo de hits que colocaram público e artista no mesmo pulso. Na sequência, Blue levou o “pop sujo” de Realengo ao Lolla BR 2026, misturando repertório autoral, cover de Sabrina Carpenter e uma versão roqueira de Alcione. No sábado, o espaço voltou a ferver com Melody, que transformou “Jetski” no ápice, enquanto Ana Morais trouxe um respiro intimista com composições próprias e releituras que passearam de Gal Costa a Marina Sena.

O domingo manteve o termômetro lá em cima: o Àttooxxá fez do Coke Studio uma pista coletiva, misturando pagodão, arrocha, eletrônica e releituras de Bruno Mars e Tim Maia. Fechando a programação, 2ZDinizz mostrou por que virou um dos nomes mais comentados do rap recente, entregando um show centrado nas rimas e nas influências de samba que moldam “Patrono”, disco que consolidou sua força no gênero.

No fim, o Coke Studio no Lollapalooza Brasil 2026 foi o espaço onde a Coca-Cola traduziu sua plataforma musical em experiência real, conectando artistas, público e descoberta. O palco foi vitrine para descobertas garimpadas pela Billboard e extensão natural para artistas que não podiam ficar fora do festival. Para quem estava lá, a experiência virou memória – seja na mente, seja enchendo os armazenamentos nas nuvens online por aí.