Cantor Léo Magalhães acumula dividas com baixista e, agora, com Ferrari
Veículo custou cerca de R$ 511 mil, em 2014

O cantor Léo Magalhães que, obrigado pela Justiça, terá que pagar mais de 500 mil reais pela Ferrari que comprou em 2014 (Arquivo Pessoal/Instagram)
Depois de ser processado e condenado a pagar R$2,5 milhões ao baixista Márcio Henrique dos Santos Luz referentes a direitos trabalhistas, o cantor Léo Magalhães volta ao noticiário após ser obrigado a pagar uma Ferrari que comprou em 2014. Conforme os documentos do processo, o veículo custou cerca de R$ 511 mil, mas o valor não foi pago mesmo após cobranças por parte da loja, em Goiânia.
A Justiça determinou, ainda, que plataformas de músicas informem os valores de direitos autorais disponíveis para Léo Magalhães, a fim de debitar a dívida. O processo corre desde 2028 e cabe recurso da decisão. A concessionária processou o cantor em 2018. Um ano depois, o cantor foi condenado a pagar a dívida, mas entrou com recurso.
A disputa judicial é referente a venda de uma Ferrari 360 Modena F1, ano/modelo 2001/2002, na cor amarela, realizada em outubro de 2014. De acordo com o empresário Edmundo Pedroso, proprietário da loja “All Motors”, o pagamento do carro foi feito com cheques, que tinham valores diversos e datas de emissão distintas, evidenciando um planejamento de pagamento parcelado.
A formalização da transação incluiu a emissão da Nota Fiscal e a assinatura do recibo/autorização para Transferência de Propriedade de Veículo. No entanto, dos sete cheques entregues como garantia de pagamento, somente um foi compensado, deixando um saldo significativo em aberto.
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