Briga entre MC e Carla Perez por nome artístico estoura racha jurídico
Processo foi aberto pela assessoria da loura no INPI, no mês passado.

A assessoria de marcas de Carla Perez abriu um capítulo judicial que envolve a ex-dançarina do É O Tchan e MC Pipokinha, umas das artistas mais ouvidas do funk. De acordo com a coluna “Radar”, da Veja!, as partes irão se reunir para que se chegue a um acordo.
Dona do trio elétrico infanti “Pipoca Doce”, a evangélica Carla Perez soube do processo por meio da coluna cujo efeito pode obrigar MC Pipokinha (de nome real Doroth Helena Alves) a mudar o nome artístico por plágio fonético. Caso o processo avance, Pipokinha dependerá da autorização de Carla Perez para manter o nome.
No Instituto Nacional da Propriedade Industrial, há um registro em nome de Doroth da classe “NCL(11) 41” para o nome Pipokinha feito em 2021, o que pode valer como argumento de defesa para a MC. Em uma busca no site do instituto, também é possível consultar o pedido de “nulidade administrativa de registro de marca” feita no dia 15 de agosto pela Empire Gestão de Marcas, que assessora Carla.
Quando o artista não registra seu nome no INPI, ele abre uma brecha para o uso indevido de marca e pode acabar lidando com as consequências – entre elas, a disputa pela nomenclatura ou a necessidade de alteração, como aconteceu com a banda de reggae Natiruts, por exemplo, chamada anteriormente de Nativus.
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