Alana Leguth: ‘Você quer ser artista ou famoso?’
Da KondZilla ao Hervolution: Alana Leguth e a força do novo

Alana Leguth, sócia-diretora da Kondzilla e idealizadora do Hervolution, e as entrevistadoras Claudia Assef e Camila Zana (Reprodução/YouTube)
No novo episódio do Cabos e Cases, Claudia Assef (editora-chefe da Billboard Brasil) e Camila Zana (CMO da Billboard) recebem Alana Leguth, sócia-diretora da KondZilla e mente por trás do Hervolution, para uma conversa potente sobre mulheres no funk, aceleração de carreiras, acolhimento e os bastidores da indústria.
Alana relembra como foi perceber, ainda na KondZilla Records, que as artistas mulheres não tinham o mesmo espaço que os homens — e como isso a levou a idealizar o Hervolution, projeto que virou programa de TV, selo, concurso e, principalmente, um movimento de transformação. “Foi ouvindo uma música da Clau no carro que tudo começou”, conta. “Pensei: e se a gente misturasse funk com outros gêneros, tudo com mulheres no front?”
Com a experiência de quem viu o funk crescer de dentro pra fora, Alana fala sobre o impacto do projeto, a multiplicação dos campings voltados para mulheres e como o mercado finalmente começa a abrir espaço. “A Dricka hoje é a número um. E isso mostra para as outras meninas que também é possível.”
No papo, também tem bastidores do sucesso de Sintonia na Netflix, a lógica dos campings de composição e a importância de distinguir artista de celebridade. “Você quer carreira ou quer viral?”, provoca Alana. “Pra ser artista, tem que trabalhar.”
Assista ao episódio completo no canal da Billboard Brasil:
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