The Rose se despede do Brasil antes do hiato: ‘Estar aqui é uma grande benção’
Show da turnê 'Rosetopia' reuniu hits de quase uma década e músicas inéditas

Woosung, do The Rose (Juliana Arneiro/Billboard Brasil)
Prestes a entrar em hiato, o The Rose voltou ao Brasil neste domingo (21). A banda sul-coreana — formada por Woosung (vocal e guitarra), Dojoon (vocal e teclado), Taegyeom (baixo) e Hajoon (bateria) — visitou o país pela quinta vez.
O show da turnê “Rosetopia”, no Espaço Unimed, em São Paulo, celebrou os maiores sucessos de quase uma década de carreira e apresentou algumas músicas inéditas, que integrarão o próximo álbum do quarteto (ainda sem previsão de lançamento).
Durante uma hora e meia, o clima foi de celebração misturado pela saudade antecipada. A todo momento, os integrantes agradeceram a presença dos fãs e reforçaram a importância do público brasileiro em suas trajetórias.
Um dos momentos mais tocantes foi quando Dojoon leu uma carta escrita à mão, em português.
“Estar aqui com todo mundo é uma grande benção. Foi graças ao amor e ao apoio de vocês nos últimos nove anos que estamos aqui hoje. Muito obrigado de coração. É uma enorme felicidade e um grande orgulho poder dizer que somos o The Rose.”
Ver e ouvir pessoalmente o Dojoon do The Rose ser fofo lendo uma carta em português que ele preparou só para as fãs brasileiras me deu uma vontade de colocar ele no bolso da minha calça jeans e levar pra minha casa 🏠. Deveria ser proibido um homem desses ser tão fofo!#therose pic.twitter.com/NI9UNfwxeH
— dani.pazinatto (@PazinattoDani) June 22, 2026
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O setlist reuniu hits como “Red”, “Sorry”, “She’s in The Rain”, “Back To Me” e “Sour”, além de novidades como “Utopia” e “Blue Moon”.

Trajetória do The Rose
O quarteto se conheceu em 2016 e começou a fazer apresentações nas ruas de Seul, capital da Coreia do Sul. Assinaram com uma gravadora e o primeiro single foi lançado no ano seguinte. “Sorry” rendeu à banda o prêmio de Artista Revelação da Billboard e apresentou o grupo para o público mainstream.
Nos anos seguintes, eles se destacaram lançando mini-álbuns e singles populares – como a animada “Red” e a melancólica “She’s In The Rain”. Os primeiros anos de carreira foram marcados por um crescimento constante, até que a pandemia de Covid-19 impôs uma pausa forçada no início de 2020. Na mesma época, a banda se tornou independente.
“Nós começamos a banda quando tínhamos 25 anos. Muitos artistas coreanos debutam ainda jovens na música e têm sucesso nessa idade. Nós meio que começamos ‘tarde’. Foi uma construção ao longo do tempo. Lentamente, mas com segurança, estamos nos adaptando às turnês e ao número de fãs. Estamos indo devagar. Mas talvez porque seja devagar para justamente absorver esse propósito de vida e a beleza deste trabalho”, explicou Woosung em entrevista para a Billboard Brasil em 2025.
“Se não compartilharmos experiências e amor, ninguém quer ter sucesso. No final, queremos dividir as conquistas com alguém. E a música é uma ótima maneira de nos conectarmos.”



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