7 melhores momentos do retorno do BTS aos EUA com a turnê ‘ARIRANG’
Os superstars do K-pop mostraram como evoluíram durante o período militar

BTS (BIGHIT MUSIC/Divulgação)
Se havia algo que os fãs queriam transmitir ao BTS no sábado (25), no Raymond James Stadium, em Tampa, nos Estados Unidos, essa mensagem era direta: nós esperamos – e a espera valeu a pena.
Os ARMYs locais levaram faixas dizendo exatamente isso. Afinal, tratava-se de um momento histórico. Após quatro anos desde o último show do grupo em solo americano, em Las Vegas, os integrantes pareciam tão ansiosos quanto o público para esse reencontro diante de 60 mil pessoas. “Você nunca pode imaginar o quanto senti a sua falta”, disse RM durante a noite. Ele ainda perguntou: “Como estão suas vidas? Alguma boa notícia? Alguma má notícia?”
Mesmo com a fase atual sendo vista como a era “BTS 2.0”, muitos fãs resgataram visuais antigos, celebrando as raízes mais cruas do grupo, enquanto outros apostaram na estética preto, branco e vermelho da nova era “ARIRANG”.
O show de pouco mais de duas horas combinou hits clássicos com faixas do novo álbum que estreou no topo do Billboard 200. O setlist ainda incluiu dois espaços reservados para músicas surpresa.
Até os ouvintes casuais foram lembrados. Em tom descontraído, RM apresentou “Butter”, destacando seu sucesso no Billboard Hot 100.
Mas, além da nostalgia, o grupo deixou claro um novo direcionamento artístico: menos coreografia, mais foco musical e conceitual, com ambientações mais densas e instrumentação tradicional coreana.
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A seguir, os destaques do show:
BTS 2.0
Segundo Bang Si-Hyuk, o grupo foi incentivado a reduzir coreografias elaboradas para valorizar a presença de palco. Essa mudança ficou evidente em “2.0”, onde a performance mais contida reforça o carisma natural dos integrantes.
“Body to Body”
Apesar de dúvidas iniciais dos membros, a faixa funcionou como um hino coletivo. Inspirada em “Hand in Hand” (tema das Olimpíadas de Seul 1988), a música ganhou força com elementos de “Arirang”, reforçando a identidade cultural coreana.
O desfile de “IDOL”
Em “IDOL”, o grupo surgiu como símbolo cultural, com uma encenação grandiosa que percorreu todo o estádio. O momento culminou em um coro coletivo com a mensagem: “You can’t stop me loving myself”.
O impacto de “MIC Drop”
“MIC Drop” elevou a energia do show, com destaque para o retorno da coreografia original e o poderoso fan chant sincronizado do público.
ARMY Time
Antes do encore, os fãs dominaram os telões com cartazes — de mensagens emocionantes a memes caóticos — reforçando a relação direta entre público e banda.
Surpresas no encore
Mesmo com pedidos do público, as músicas surpresa foram definidas sem aviso prévio. As escolhidas foram “Permission to Dance” e “Magic Shop”.
Tampa no topo
A escolha de Tampa ganhou significado especial após Jin elogiar a cidade com entusiasmo. Durante “Into the Sun”, o estádio iluminado por lightsticks criou um dos momentos mais simbólicos da noite.
O show marcou não apenas o retorno do BTS aos EUA, mas a consolidação de uma nova fase artística. Ao reduzir excessos visuais e apostar na força musical, o grupo reposiciona sua identidade — menos como um “boy band” tradicional e mais como uma banda global com linguagem própria.
[Este conteúdo foi traduzido e adaptado da Billboard. Leia o texto original, em inglês, aqui].
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