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Vocalista do Tool defende proibição de celulares (de novo)

Vocalista quer que público curta o momento sem gravar apresentações

Tool apresenta saus músicas longas e densas no Lollapalooza 2025 (Sidnei Lopes/ @observadordaimage)

Maynard James Keenan, vocalista do Tool (Sidnei Lopes/ @observadordaimage)

Maynard James Keenan voltou a justificar a política de restrição ao uso de celulares durante os shows de suas bandas — Tool, A Perfect Circle e Puscifer.

Em entrevista recente ao comediante Clownvis Presley, o vocalista explicou por que mantém a proibição, já vigente há anos.

Segundo Keenan, o hábito de gravar apresentações se tornou um comportamento automático e prejudicial. “Acaba sendo algo que as pessoas fazem sem pensar, atrapalhando a visão de quem está atrás”, afirmou.

“É irritante, distrativo, e o que você registra com o celular não representa de verdade a experiência. Você nem vai assistir depois.”

A proposta, segundo ele, é incentivar o público a viver o show no presente, longe das telas, e interagir com quem está ao redor. Apesar da rigidez, há uma exceção: celulares são permitidos apenas na última música do espetáculo. “Assim você leva seu souvenir ruim que nunca vai assistir”, brincou o músico.

Desde 2017, Keenan tem se posicionado contra o uso de celulares nos shows. Naquele ano, mais de 60 pessoas foram retiradas de uma apresentação do A Perfect Circle por violarem a regra.

Em turnês recentes, fãs de Tool chegaram a receber e-mails dos locais dos shows informando sobre a proibição. “Pedimos que você assista e ouça o show, e não o seu telefone. Se violar essa solicitação, será retirado sem reembolso”, dizia um dos avisos.