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Tribunal decide que contratos do NewJeans com a ADOR são válidos

Grupo irá recorrer após decisão favorável à agência

NewJeans

NJZ, ex-NewJeans (ADOR/Divulgação)

Os contratos de exclusividade da ADOR com as integrantes do NewJeans foram considerados válidos pela Justiça sul-coreana.

O tribunal também não aceitou a alegação do quinteto de que as integrantes sofreram assédio no local de trabalho – um gerente do grupo ILLIT, da BELIFT LAB, teria feito comentários depreciativos sobre Hanni.

“Com base apenas nas provas apresentadas, é difícil concluir que Hanni ouviu comentários de um gerente da ILLIT, como ‘ignore-a’, que configurassem uma violação de seus direitos de personalidade”, disse o tribunal.

O contrato do NewJeans vai até 31 de julho de 2029.

“A ADOR tomou medidas suficientes para verificar o relato de Hanni, incluindo a solicitação imediata para que a HYBE revisasse as imagens relevantes das câmeras de segurança após a questão ter sido levantada”.

Segundo a decisão, a ADOR não violou o contrato de exclusividade apenas por demitir a ex-CEO Min Hee Jin.

“É difícil entender se a demissão de Min Hee Jin é uma questão central que determine a validade contínua do contrato de exclusividade, e não há nenhuma cláusula no contrato que forneça uma base para isso.”

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“Mesmo que as rés (NewJeans) tivessem grande confiança na ex-CEO Min Hee Jin, isso por si só não constitui motivo para rescindir o contrato de exclusividade.”

“Considerando os preparativos para lançamentos de álbuns, apresentações, encontros com fãs, publicidade e planos de turnê, é difícil concluir que a autora (ADOR) negligenciou suas obrigações de gestão”.

Após a decisão do tribunal, um representante legal das integrantes do NewJeans divulgou um comunicado, revelando que elas irão recorrer da decisão.

“As integrantes respeitam a decisão do tribunal, mas, considerando que a relação de confiança com a ADOR desmoronou completamente, acreditam ser impossível retornar à ADOR e continuar suas atividades na indústria do entretenimento normalmente”, disseram os advogados.

Em novembro do ano passado, o NewJeans fez uma coletiva de imprensa de emergência, declarando que deixaria a ADOR, alegando que os problemas que haviam solicitado à agência para corrigir não haviam sido resolvidos.

Eles também exigiram a reintegração da ex-CEO da ADOR, Min Hee Jin, que foi destituída do cargo em agosto do ano passado após um conflito com a HYBE.

Em seguida, abriram novas contas nas redes sociais e, em 7 de fevereiro, anunciaram um novo nome para o grupo, “NJZ”, dando início a atividades independentes.

Em março, as integrantes anunciaram uma pausa no grupo após uma decisão judicial.

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NewJeans comemora 3 anos de debut após briga na justiça (Reuters)