Sony acena com R$ 5,2 bilhões para comprar obra da banda Queen
Logotipos, videoclipes, produtos, publicações também estão envolvidas no acordo

(Divulgação/Universal Music)
A banda Queen pode ter seu catálogo autoral e artístico comprado por US$ 1 bilhão (aproximadamente R$ 5,2 bilhões). A interessada é a Sony que, ainda nesse ano, já havia comprado parte dos direitos de Michael Jackson por US$ 600 milhões.
Esta será a maior compra da história, superando os 500 milhões de dólares na compra do catálogo de Bruce Springsteen, em 2021, também pela mesma gravadora. A BBC afirmou que as negociações começaram a ser feitas em 2023, mas ainda correm o risco de não serem concretizadas. Além da Sony, outro investidor deverá entrar como sócio na negociação.
Se a negociação com a banda de “Bohemian Rhapsody” for concluída, incluirá todas as músicas e propriedades intelectuais associadas à banda, como direitos de logotipos, videoclipes, mercadorias, publicações e outras oportunidades comerciais. Este acordo se junta a outras transações recentes, como a venda do catálogo de Justin Timberlake por cerca de US$ 100 milhões (aproximadamente R$ 528 milhões). Outros artistas, como Bob Dylan, Sting e Shakira, também optaram por esse caminho.
A inflação dos valores, de acordo com o jornal americano The Wall Street Journal, leva catálogos que já valeram cerca de US$ 40 mil (aproximadamente R$ 211 mil) a custarem, atualmente, entre US$ 4 milhões e US$ 40 milhões (aproximadamente R$ 21,1 milhões e R$ 211 milhões).
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