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Sam Smith volta ao Brasil bem diferente de como era — e isso é ótimo

Cantor é uma das atrações do Lollapalooza depois de 2019

sam stmih

(Reprodução/Instagram/Paolo Lago)

Sam Smith retorna ao Brasil neste domingo (24) para se apresentar no Lollapalooza Brasil. A última passagem do cantor pelo país aconteceu justamente no festival, em 2019. Com o passar dos anos, ele se transformou pessoalmente e profissionalmente, e vai mostrar uma versão nova de si para o público brasileiro.

O britânico surgiu no mundo da música em 2014, com o lançamento de seu primeiro disco, “In The Lonely Hour”. No trabalho, ele permaneceu 52 semanas no Billboard Hot 100 com “Stay With Me” e 37 com “I’m The Only One”. Já naquela época, ele era um homem gay assumido.

No entanto, a mudança em sua expressão de gênero. Em 2019, ele se assumiu uma pessoa não binária. Foi depois deste período, inclusive, que ele começou a sofrer ataques gordofobicos. Em conversa com Zane Lowe, apresentador da Apple, ele contou que chegou a sofrer agressões na rua. “Acho que todos os únicos pontos negativos na luta foram na minha vida pública e no meu trabalho. Só a quantidade de ódio e m*rda que veio até mim foi simples. Estava na p*rra do noticiário. Alguém cuspiu em mim na rua. É louco”.

“Ele é uma borboleta”

Alex Vascarenhas, 31, começou a acompanhar Sam Smith em 2020, seis anos depois do cantor começar a fazer sucesso. Ele acredita que a forma nova com a qual o cantor se expressa, inclusive como ícone dá LGBTQIA+, condiz mais com a própria sexualidade. “Em algumas músicas ele fala sobre florescer, e acho que foi o que realmente aconteceu com ele. Ele saiu de um casulo como uma borboleta linda”, contou em entrevista à Billboard Brasil no Lollapalooza.

Amanda Bratwhite, 22, também passou a acompanhar Sam Smith há poucos anos. Desde então, ela sonha em vê-lo ao vivo. Chegou até a comprar o ingresso sem ter certeza que ele estaria na programação. “Eu não faço parte da comunidade LGBTQIA, mas sei que ele reapresenta muito. Seja para quem é e quem não é, como eu”.