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RIIZE arrasa no português e entrega show enérgico no Lollapalooza Brasil

Grupo de k-pop encerrou o Palco Flying Fish neste sábado (21)

RIIZE no Lollapalooza Brasil (reprodução X)

RIIZE no Lollapalooza Brasil (reprodução X)

RIIZE esquentou a noite fria do Autódromo de Interlagos neste sábado (21), ao se apresentar no Lollapalooza Brasil. O grupo sul-coreano foi a primeira atração de k-pop a se apresentar na história do festival, carregando a responsabilidade de representar o gênero e a difícil missão de subir ao palco no mesmo horário da headliner da noite, Chappell Roan.

O sexteto formado por SHOTARO, EUNSEOK, SUNGCHAN, WONBIN, SOHEE e ANTON cumpriu a tarefa com maestria, embora não tenha encontrado uma plateia tão cheia. Ainda assim, o público presente esteve longe de ser pequeno e respondeu com entusiasmo.

Eles tinham cartas na manga e demonstraram esforço no português. Ao longo do show, soltaram diversas frases no idioma, evidenciando dedicação em se comunicar com os fãs brasileiros.

Em uma rodada de introduções, cada integrante disse seu nome. Anton começou com um “Olá, eu sou o Antônio”, celebrando a forma aportuguesada como é chamado pelos fãs.

O ídolo, inclusive, já demonstrou afinidade com a música brasileira ao cantar “Águas de Março”, clássico de Tom Jobim. Neste sábado (21), ele comemorava aniversário e o público decidiu presenteá-lo ao cantar “parabéns pra você”, em português, em determinado momento. O idol agradeceu ao carinho.

Outro momento marcante ocorreu quando o grupo de k-pop puxou o coro de “eu não vou embora”, frase típica de shows no Brasil. A plateia entrou na onda e respondeu em uníssono.

Aliás, gritos não faltaram. Com sorriso no rosto, o público vibrou com a performance dos sul-coreanos e acompanhou cada coreografia balançando seus lightsticks.

Logo na abertura já rolou uma explosão com “Siren”, que conquista de imediato até quem não conhece k-pop. O repertório contou com 11 faixas, entre elas “Talk Saxy”, “Get a Guitar” e “Bag Bad Back”, grandes destaques da apresentação.

O grupo explora diversas sonoridades, transitando por rock, hip hop e música eletrônica. Mas é preciso falar da banda de apoio. A presença forte de guitarra e bateria fez diferença no ao vivo. Parte do sucesso do septeto no palco vem dessa base instrumental, que torna o show mais dinâmico e dançante.

A estreia do k-pop no festival, no entanto, merecia um horário sem conflito direto com a headliner. Mesmo assim, o RIIZE demonstrou satisfação e destacou a energia da América Latina. “Tocar aqui é realizar um sonho.”