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Por que Sabrina Carpenter é a diva pop perfeita

Sabrina Carpenter

Sabrina Carpenter durante passagem no Brasil (Reprodução/Instagram)

Outros até tentaram, mas o primeiro dia de Lollapalooza Brasil 2026 teve nome e sobrenome: Sabrina Carpenter. A cantora, que fez seu retorno triunfal para o país na noite de sexta-feira (20), foi acompanhada por uma legião de fãs que se amontoou nos morros do Autódromo de Interlagos para tentar ver um pouquinho que seja de seu grandioso 1,52 de altura.

Ela foi a headliner do palco principal e, apesar de terem outras atrações tocando no mesmo horário, o foco do público estava em Sabrina. Durante todo o dia, flagramos fãs usando roupas inspiradas na carreira da cantora e até no beijinho vermelho que ela exibe na capa de seu álbum de maior sucesso, “Short n’Sweet”, lançado em agosto de 2024. É dele que vieram músicas como “Pleases Pleases” e o hit global “Espresso”.

Sabrina trouxe para o Brasil uma estrutura grandiosa, que ela já apresentou em outros shows, com uma armação de metal em que ela subia para lá e pra cá (facilitando a visualização de quem estava mais para o fundo, já que a cantora é baixinha) e um balé completo. O repertório foi um show à parte, e a prova de que, apesar de estar no auge há pouco tempo, Sabrina Carpenter é uma diva pop perfeita.

Te digo o por quê:

Sabrina tem uma personalidade que preenche o palco. Ela é iluminada –e vestida de amarelo, cor de seu primeiro look para o show no Brasil, parece que ficou ainda mais. Os cabelos loiros num penteado que já viraram sua marca registrada ajudam a compor essa aura angelical que ela impõe do começo ao fim.

Ela não mede esforços para entregar uma experiência única por cada continente que visita. Nos últimos anos, Sabrina tem colhido os frutos da explosão de seu trabalho que começou lá em 2015, quando ela lançou “Eyes Wide Open”, seu disco de estreia. Com isso, a cantora já foi atração de grandes festivais de música pelo mundo, além de shows em estádios pela Europa, Estados Unidos, Reino Unido e por aí vai.

O que o público brasileiro do Lolla presenciou foi a continuidade dessa entrega feita em outros locais. Apesar de parecer ser algo que deveria ser obrigatório, não são todos os cantores que trazem suas estruturas de turnê para a América do Sul, sob justificativas diversas.

Em termos de repertório, Sabrina sabe muito bem o que faz. Ela mistura elementos do pop daqueles bem chicletes com country, batidas divertidas e é acompanhada por uma banda, algo que traz uma profundidade a mais para o show. Ela sabe usar muito bem de seus vocais, brincar com a plateia e enfiar pirotecnia no meio sem exagerar.

A simpatia de Sabrina é a cereja do bolo que a torna uma diva pop acessível. Durante todo o show, ela interagiu com o público, fez brincadeiras e até convidou uma brasileira para participar de um momento icônico de seu palco: Luísa Sonza foi presa em “Juno” (veja como foi aqui).

Essa não foi a primeira vez que Sabrina esteve no Brasil. Ela já veio como o ato de abertura de Ariana Grande, em 2019, e de Taylor Swift, em 2023. Sozinha, era uma das atrações do Mita em 2022.

Agora, com o Lolla, ela veio mostrar ao brasileiro sua evolução de ex-estrela mirim da Disney para um dos grandes nomes do pop da atualidade.