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MYND READER acende a revolução do rock com álbum de estreia homônimo

A banda MYND READERS (Divulgação)

A banda MYND READERS (Divulgação)

Diretamente de Boulder, no Colorado (EUA), o MYND READER surge oficialmente com seu álbum de estreia homônimo, lançado em 30 de janeiro de 2026. Construído a partir de uma evolução pessoal intensa e de anos de refinamento musical, o disco faz uma declaração clara: o rock and roll ainda pode ser um veículo de cura, renovação e profundidade emocional em uma era saturada por ironia e distanciamento.

A banda é definida pela união de três forças: a vocalista e guitarrista Shelby Kemp, o multi-instrumentista Tonin e o baterista e letrista Brian Sachs, veterano cujas raízes remontam à cena jam-rock de Nova York nos anos 1990 com a banda The Authority. Muito antes de o MYND READER existir, Sachs lotava casas e dividia palcos com Phish, Blues Traveler e Dave Matthews Band, quando o circuito de música ao vivo de Manhattan fervilhava. Hoje, ao olhar para trás, Sachs vê o MYND READER não como um recomeço, mas como o próximo capítulo de uma história que nunca realmente parou.

O baterista e letrista Brian Sachs (Divulgação)
O baterista e letrista Brian Sachs (Divulgação)

“Se o The Authority era movido pelo caos juvenil e pela adrenalina crua, o MYND READER é a versão madura daquele fogo”, afirma Sachs. “Naquela época eu buscava o sucesso. Hoje eu busco a verdade. Este álbum é a ponte entre o cara que eu era aos vinte e poucos anos e o homem que me tornei.”

A centelha criativa reacendeu quando os amigos de longa data Sachs e Tonin se reconectaram em Boulder. Sachs trouxe cadernos repletos de letras introspectivas, nascidas do luto, da perda e da busca espiritual. Tonin transformou essas palavras em paisagens sonoras imersivas. Então Shelby Kemp entrou em cena. Os vocais roucos, com influência sulista, deram corpo e pulsação às canções.

O resultado é um LP conceitual de dez faixas que percorre um caminho do colapso à clareza — uma jornada por sobrevivência, renovação e pelo poder restaurador da música. Vocais marcantes com influência do blues, camadas expansivas de guitarra e uma bateria intensa criam um panorama sonoro ao mesmo tempo íntimo e cinematográfico, cru e imediato. No centro está a trajetória pessoal de Sachs, marcada pelo fim de seu casamento e de seus negócios, pela perda da mãe, pela saída do filho de casa e por um renascimento espiritual por meio da introspecção e da transformação. “Essas músicas nasceram de um momento em que tudo desmoronou”, diz ele. “Eu queria que este disco fosse como uma mão estendida na escuridão.”

No coração do álbum está o single principal, “Home”, um hino grandioso, com atmosfera de estádio, sobre pertencimento, amor e a força magnética do lar. “É sobre o lugar ao qual você pertence — seja uma pessoa, uma cidade ou uma canção”, diz Kemp. “Para nós, é o rock and roll. É o nosso lar.” A faixa foi mixada por Michael Brauer, engenheiro vencedor de sete prêmios Grammy, conhecido por trabalhos com Rolling Stones, My Morning Jacket, Coldplay, Aretha Franklin, James Brown e Ray LaMontagne. O resultado captura o DNA emocional e sonoro da banda. O calor analógico e a abordagem destemida de Brauer trazem à tona a tensão emocional: momentos silenciosos mergulham na intimidade, enquanto explosões sonoras irradiam energia catártica. No fim de novembro de 2025, “Home” tocou em mais de 20 rádios da rede iHeart nos Estados Unidos, impulsionada pelo programa Out Of Order, apresentado por Ted Stryker e transmitido nacionalmente pela ALT 98.7, de Los Angeles.

“Essas músicas nasceram de um momento em que tudo desmoronou. Eu queria que este disco fosse como uma mão estendida na escuridão”, diz Brian Sachs

Diversos singles vêm subindo consistentemente nas paradas da Mediabase em diferentes formatos, incluindo “Radio Warning”, “Simply Avanti” e, mais recentemente, “Mourning Light”. Apenas nos últimos seis meses, a banda acumulou centenas de milhares de streams nas plataformas digitais. Faixas como “Oslo”, “Leaving Our Lives” e a cinematográfica “Birdsong” — cujo clipe foi filmado nas dunas surreais do México pelo diretor VINSINT — pavimentaram o caminho para um verdadeiro momento de ascensão.

Sonoramente, o MYND READER evoca a urgência crua do The Black Crowes, a atmosfera expansiva do My Morning Jacket, a intensidade de Chris Stapleton e a alma lírica de Wilco e Ray LaMontagne. Ainda assim, nenhuma dessas comparações captura totalmente a identidade singular da banda. Cada faixa carrega peso, coração e verdade — um testemunho do poder duradouro do rock and roll.

Com o álbum de estreia agora disponível, o MYND READER não é apenas uma banda para ficar de olho — é uma banda para ser vivida. Este lançamento soa como uma afirmação ousada: o rock and roll está vivo, é transformador e profundamente humano. O rock renasceu.