No meio da apresentação, o canadense passou a conversar mais com o público e a dizer o quanto o Brasil era especial para ele, recordando sua primeira vez por aqui em 2019 e citando até “Mas Que Nada”, de Sérgio Mendes, tocada incontáveis vezes nesta edição do festival.

“Eu lembro quando vim aqui pela primeira vez e, quando voltei para casa, senti que meu coração se abriu”, disse entre muitos “eu te amo” e “muito obrigado” em bom português –que deve ter aprendido com o pai, Manuel Mendes, nascido no Algarve, em Portugal.

Além dos sucessos, ele também incluiu no setlist as faixas “Why Why Why”, “Nobody Knows” e “Isn’t That Enough”, que fazem parte do seu novo álbum “Shawn”, que será lançado no dia 18 de outubro –e que o público formado por jovens garotas cantava junto.

Shawn, que queria se conectar com os fãs de novo e sentir novamente a energia dos palcos, agradou quem estava na Cidade do Rock para vê-lo. Para o restante, ficou a sensação de que ele foi uma atração muito aquém para encerrar um festival, que deveria ter acabado no auge que foi a apresentação de Mariah Carey.