Lolla BR 26: Sprite Fresh District tem diversidade, brilho e alegria no 2• dia

Affair DJs (Divulgação)
No sábado (21/3), segundo dia do Sprite Fresh District no Lollapalooza Brasi, 2026, a chama segue acesa, com mais discotecagens de variados tons criando momentos de brilho e alegria. Como no primeiro dia, a DJ Thay Girão faz as honras para uma seleção fina de DJs. O grand finale fica com a grande atração DJ Tamy.
Os primeiros convidados do sabadão são um trio de DJs que representa a Novo Affair, uma das festas LBGTQIAP+ mais hypadas de São Paulo hoje. Gabriel Lopes, GG Limona e Rafa Palone, os Affair DJs, exploram diferentes facetas da sonoridade queer, incluindo house, pop e ritmos latinos.
No currículo, os artistas contabilizam apresentações em pistas como Gaspar, Goma Room, Hopi Pride, Kevin, Paraíso Perdido, Zig Festival e muito mais. Versáteis, eles podem se apresentar tanto em dupla quanto como trio.
Em seguida, o DJ Fatah ocupa a cabine. Radicado em São Paulo, ele é especialista em sonoridades latinas, com ênfase no reggaeton. O DJ é nada menos que residente da Subte, a maior festa dedicada ao gênero de Bad Bunny em São Paulo. Mas a paleta de Fatah vai mais longe, incorporando também hip hop e funk.

“A integração latino-americana é parte essencial da minha identidade, presente tanto nas escolhas musicais quanto na forma como conecto culturas e sonoridades nos meus sets”, afirma Fatah, que já levou seu som para pistas vizinhas no Peru e Colômbia.
Para o fecho do espaço, quem pisa no estande da Sprite é Aya Ibeji, promessa da cena eletrônica brasileira que conecta raízes pretas e LGBTQIAP+ numa discotecagem que passa por house, techno, funk e o vogue beat. No portfólio, Aya registra aparições em palcos e projetos importantes do cenário musical nacional como Mamba Negra, Rock the Mountain, Batekoo e Boiler Room.

Em março, a artista de São Gonçalo (RJ) lança seu primeiro álbum de estúdio, “Ativação Travesty”, uma amostra potente da sua inventividade e de referências plurais com faixas como “Kunty” e “Guerreiras Manicongo (Blackdolls)”. De acordo com ela, o álbum reflete sobre “a ideia da existência de ritmos, formas e vivências ancestrais que, a partir de uma ativação, se desenvolvem em diversos caminhos de reflexão do nosso próprio Orí e de quem nós somos”.
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