Do eletrônico à brasilidade: Réveillon Carneiros anuncia line-up completo
Artistas se apresentam entre 26 de dezembro e 2 de janeiro

Réveillon Carneiros (créditos - reprodução)
Grandes nomes nacionais e internacionais do mercado da música com uma coisa em comum: a autenticidade. Esse é o mote do line-up da edição 2025-2026 do Réveillon Carneiros, que anunciou a programação completa entre 26 de dezembro e 2 de janeiro, no litoral de Pernambuco.
Os headliners são Adam Port vs. Rampa, Black Coffee, Damian Lazarus, Dennis Cruz, Honey Dijon, RÜFÜS DU SOL (DJ set), Solomun, The Martinez Brothers, Vintage Culture e WhoMadeWho (hybrid set).
Já os suportes ficam por conta de Aline Rocha, Arodes, Bauhouse, Bender, Bhaskar, Camila Jun, Curol, Doozie, Jackson, Kimonos, Malive, Miguelle & Tons, Ratier, Sarah Stenzel, simo not simon, Tato, Tripolism, Unfazed, Vanjee, Viot, Zac, Ayla, Bruna Strait, Ed Lopes, Gate 79, Känt, Locmotion, Luke & Alvarez, Malu Fittipaldi, Perote, Ressoar, Sage Art, STV.
A música eletrônica é a essência do evento, mas a organização tem apostado em brasilidades para ampliar a experiência do público. Para tal, escalou Alceu Valença, Dennis DJ, João Gomes, Marcelo D2, Nattan, Chicco Aquino, Felipe Mar, Luisa Viscardi, Allana Marques, Baile do Ed, Clau, Damata, Infa Vermelho, Larrosa, Maca, Marcel Woo e Paulinho BH. Vale mencionar a presença do norte-americano Donavon Frankenreiter,
Henrique Gomes, curador da programação musical, explica que escolher os artistas é um desafio, mas ao mesmo tempo, inspirador. O formato que mescla sonoridades ocorre há quatro anos, possibilitando que os participantes do evento transitem em diferentes atmosferas rítmicas a cada dia da semana.
“Quando falamos de música eletrônica, buscamos desde artistas que estão em alta no momento, como nomes já consagrados, com muitos anos de estrada, além de abrir espaço também para novos talentos emergentes que estão movimentando a cena local. Nossa curadoria passa por sonoridades que vão do house ao tech house, do afro ao orgânico, e também um underground mais refinado. Sempre priorizando autenticidade, identidade sonora e conexão com o público. Quando entramos na música brasileira, a curadoria segue a mesma filosofia: misturar gerações e ritmos. Trazemos tanto as lendas da MPB, como artistas renomados do funk, e também ritmos regionais, adicionando leveza e aquele astral do nosso país”, detalha.
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