Antes de se tornar este grande fenômeno com “Resenha do Arrocha”, Eskine trabalhava cantando em uma balsa enquanto as pessoas faziam o trajeto de Salvador, capital baiana, para Itaparica, município praiano e turístico.

Com um violão e um chapéu —ele só adotou o uso da boina depois do sucesso— ele cantava de Djavan a música gospel, na intenção de ganhar seu sustento. Ele recebia R$ 50 como pagamento, normalmente.

O que impressiona é a distância entre essa situação e o sucesso atual do cantor: apenas quatro meses. “Eu pedia uma ajuda para me sustentar. Me sustentava com aquilo”, contou no programa Domingão com Luciano Huck no começo do mês.

No programa, o artista baiano cantou uma versão “suavizada” de “Resenha do Arrocha”, sem palavrões. Confira um trecho, abaixo: