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Após invasões à casa de Jung Kook, BIGHIT endurece proteção ao BTS

Empresa detalhou processos judiciais, monitoramento 24h e tolerância zero

BTS

BTS (Divulgação/Jimmy Fallon)

A BIGHIT MUSIC, empresa responsável pelo BTS, divulgou atualizações sobre as medidas legais tomadas para proteger os artistas. O septeto de K-pop acaba de lançar o novo álbum da carreira, “ARIRANG”, após quase quatro anos longe dos palcos.

No comunicado, a agência informou que, no primeiro trimestre do ano, deu início a processos judiciais contra responsáveis por publicações maliciosas direcionadas a seus artistas. Os autores foram identificados por meio de denúncias de fãs e do monitoramento de comunidades online nacionais e internacionais, incluindo plataformas como TheQoo, Instiz, Naver, DC Inside, além de sites de música e redes sociais como Threads, X, Instagram e YouTube.

Eles também afirmaram que, com base em denúncias anteriores, diversos réus foram condenados por injúria e difamação, nos termos da Lei de Promoção da Utilização da Rede de Informação e Comunicação e Proteção da Informação, sendo cada um deles obrigado a pagar multa. A BIGHIT MUSIC ressaltou que o uso de linguagem difamatória ou injuriosa contra seus artistas, bem como a criação e disseminação de boatos baseados em informações falsas, constituem infrações aos direitos dos artistas.

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“Utilizamos nosso sistema de monitoramento em tempo real e ampliamos significativamente o número de funcionários responsáveis ​​pela coleta de provas de publicações maliciosas. Estamos seguindo os procedimentos necessários para ações cíveis e criminais, incluindo a coleta de provas, e alertamos que mesmo publicações ou comentários já excluídos ainda podem estar sujeitos a punição. Nesse sentido, tomaremos as medidas legais cabíveis, sem qualquer acordo ou clemência”, disse a BIGHIT MUSIC.

BTS
BTS (Divulgação/Jimmy Fallon)

“Além disso, estamos tomando medidas ativas de proteção para nossos artistas em relação a atos de perseguição que ocorrem perto de suas casas, incluindo tentativas de abordá-los. Essas medidas incluem a coleta de evidências 24 horas por dia e o envio imediato de denúncias à polícia. Mesmo que um incidente de perseguição seja uma ocorrência isolada, o agressor pode ser punido de acordo com as leis vigentes por violar a Lei de Punição do Crime de Perseguição e por invasão de propriedade”, disse a empresa.

No último ano, Jung Kook foi perseguido e teve a casa invadida várias vezes. Uma brasileira foi detida pela polícia no início de janeiro após seguir o cantor.

“Visitas não autorizadas à residência de um artista, segui-lo, esperá-lo ou observá-lo perto de sua residência, filmar sua residência e outras ações que ameacem a privacidade e a segurança de nossos artistas, bem como escrever postagens difamatórias ou maliciosas relacionadas à vida privada dos artistas e criar ou espalhar boatos falsos, não são apenas crimes, mas também causam profunda ansiedade e estresse aos artistas. Mantemos uma política de tolerância zero para atos ilegais que violem a privacidade de nossos artistas. Também solicitamos a cooperação dos fãs para que seu apoio aos nossos artistas possa levar a uma cultura de fãs madura.”

BTS no Brasil

Para a divulgação do álbum, o BTS vai fazer uma turnê inédita, com direito a shows no Brasil. Eles virão ao país em outubro e apresentarão três shows em São Paulo, nos dias 28, 30 e 31. Os preços e mais detalhes ainda não foram divulgados.

A visita mais recente do grupo foi em 2019, quando se apresentaram no Allianz Parque, em São Paulo, para mais de 90 mil pessoas. Na ocasião, eles gravaram um DVD, o “World Tour Love Yourself”.

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BTS (Divulgação/Jimmy Fallon)