Published by Mynd8 under license from Billboard Media, LLC, a subsidiary of Penske Media Corporation.
Publicado pela Mynd8 sob licença da Billboard Media, LLC, uma subsidiária da Penske Media Corporation.
Todos os direitos reservados. By Zwei Arts.

Oasis vai cancelar ingressos revendidos a preços abusivos

Entradas para shows da turnê de reunião estão sendo negociadas por até R$ 51 mil

Reunião do Oasis? Os irmãos Noel (à esq.) e Liam Gallagher, do Oasis

Noel (à esq.) e Liam Gallagher, do Oasis (PA Images via Reuters Connect)

Com a alta procura por ingressos para a turnê de reunião do Oasis, cambistas já estão praticando preços abusivos. Para coibir a prática, os irmãos Liam e Noel Gallagher anunciaram que vão cancelar entradas que estiverem sendo vendidas por preços mais altos que os originais, que custavam em média 150 libras (pouco mais de R$ 1 mil).

Em sites de revenda, como o Viagogo, há ingressos sendo oferecidos por absurdas 7 mil libras (mais de R$ 50 mil reais). Essas entradas começaram a aparecer em sites de revendedores terceirizado tão logo acabou a pré-venda, na sexta-feira, dia 30. Para participar da pré-venda para os 17 shows anunciados no Reino Unido, os fãs precisaram fazer um cadastro e nem todos foram sorteados.

“Notamos pessoas tentando vender ingressos no mercado paralelo desde o início da pré-venda”, disse o Oasis em comunicado. “Observe que os ingressos SÓ podem ser revendidos, pelo valor original, via Ticketmaster e Twickets. Os ingressos vendidos em violação aos termos e condições serão cancelados pelos promotores.”

A venda geral, que começou às 5h do horário de Brasília deste sábado, teve cerca de 1,4 milhão de ingressos esgotados após 10h. Muitos fãs reclamaram das filas intermináveis e de erros no sistema da Ticketmaster, enquanto o site Gigs and Tours, que também ofereceu oficialmente as entradas, chegou a sair do ar devido a demanda.

Revenda de ingressos não é ilegal no Reino Unido

A revenda de ingressos não é ilegal no Reino Unido, como frisou a Viagogo em sua própria declaração. “Nós nos opomos a ações anticompetitivas tomadas por organizadores de eventos para restringir as opções de compra e revenda a certas plataformas em uma tentativa de controlar o mercado”, disse a corporação, argumentando que tais movimentos “prejudicam os fãs ao limitar suas escolhas” e levam a um “aumento de golpes”.