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Gojira rebate críticas de ‘culto satânico’ na abertura das Olimpíadas: ‘Nada disso’

Banda foi dos destaques da cerimônia que deu início aos Jogos Olímpicos de Paris

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Reprodução/Globoplay

A banda Gojira foi um dos destaques da cerimônia de abertura da Olimpíada de Paris, que aconteceu na última sexta-feira (26). Eles cantaram o hino francês do século 19, “Ah! Ça Ira”, com a cabeça decapitada de Maria Antonieta como parte do cenário, em cima do palácio da Concierge. A cena repercutiu nas redes sociais e chegou a ser descrita como um ‘culto satânico’.

Para o vocalista Joe Duplantier, essas acusações não têm fundamento. “Não é nada disso. É uma história francesa. É o charme francês, você sabe, pessoas decapitadas, vinho tinto e sangue por toda parte — é romântico, é normal”, disse, em entrevista à “Rolling Stone”.

Duplantier defende que a França é um país que fez uma separação entre o estado e a religião, e isso é importante para o país. “Chamamos isso de laïcité. É quando o estado não é mais religioso, portanto é livre em termos de expressão e simbolismo. É tudo sobre história e fatos. Nós não olhamos muito de perto para o simbolismo em termos de religião”, explicou.

Sobre o show do Gojira no evento, Joe acredita que foi uma forma de mostrar algo inédito ao mundo, que conversa diretamente com a originalidade. “As pessoas já viram de tudo, desde o pouso na lua até a IA. Então, foi um desafio para Paris e para o Comitê expressar algo fresco, novo e original [ao nos contratar] e também mostrar do que a França é feita.”