Gilsons lança novo álbum com homenagem à Preta Gil
'Eu Vejo Luz Em Maior Proporção Do Que Eu Vejo A Escuridão' já está disponível

Gilsons lançam novo trabalho (Marina Zab/Divulgação)
O trio Gilsons acaba de lançar o segundo álbum de estúdio de sua carreira, chamado “Eu Vejo Luz Em Maior Proporção Do Que Eu Vejo A Escuridão”. O disco reúne 10 faixas inéditas e participações de grandes nomes da música brasileira, como Arnaldo Antunes, Narcizinho, Julia Mestre, Sona Jobarteh, além da família Veloso.
Segundo o trio, formado por José Gil, João Gil e Francisco Gil, o disco nasceu a partir de um período intenso vivido por eles nos últimos meses, marcado por turnês e momentos pessoais difíceis.
“Criar esse álbum foi como atravessar tudo o que a gente viveu e, ainda assim, continuar. A música aparece muito como essa fagulha que faz a gente seguir em frente”, disseram em um comunicado oficial.
O álbum começa com “Visão”, faixa que traz o verso que dá nome ao disco. Depois vêm músicas como “Semeia”, “Zumbido”, “Desejo” e “Bem Me Quer”, parceria com Narcizinho, do Olodum.
Na sequência, o grupo apresenta “Minha Flor”, composta com Arnaldo Antunes e gravada com Caetano Veloso, Moreno Veloso e Tom Veloso.
Na segunda parte do disco aparecem “Beijo na Boca”, “Vai Chover”, também com Arnaldo Antunes, “Nó na Nuca”, com Julia Mestre, e “Se a Vida Pede”, com Sona Jobarteh.
Para divulgar o lançamento, o trio também anunciou uma turnê inédita, chamada “Eu Vejo Luz”, prevista para 2026. A agenda inclui shows em cidades como Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Porto Alegre, Brasília e Belo Horizonte, além de apresentações na Europa, América do Sul, Austrália, Nova Zelândia e Portugal.

Homenagem à Preta Gil
Um dos destaques do álbum é uma homenagem para Preta Gil, mãe de Francisco Gil, que morreu no último ano vítima de um câncer.
Eles uniram vozes com Caetano Veloso, Moreno Veloso e Tom Velos na faixa “Minha Flor”, cantada especialmente para a Preta.
+Leia mais: Preta Gil e sua eterna imensidão se tornam legado
Sobre a faixa, Francisco disse: “Tiveram momentos em que a música foi mais sobre acolher do que criar. Estar junto, cuidar um do outro, respeitar os silêncios. Esse disco nasceu muito desse lugar de afeto, de entender que seguir também é um gesto de amor”.
Ele complementou: “Minha Flor” é uma sonoridade diferente de tudo que a gente vem fazendo e que traz um pouco da sensibilidade das canções, da escrita, dos assuntos”.
Ouça o novo álbum dos Gilsons
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