Gabriel Leone lança primeiro álbum da carreira, ‘Minhas Lágrimas’
Disco tem participações de Ney Matogrosso e Juliana Linhares

Gabriel Leone (Divulgação)
Nesta sexta-feira (6), Gabriel Leone lança “Minhas Lágrimas”, seu aguardado álbum de estreia como cantor, com produção de Marcus Preto e Tó Brandileone, e participações de Ney Matogrosso e Juliana Linhares.
Após abrir os caminhos com o single “Nós Dois”, em dezembro de 2025, ele chega agora com um trabalho marcado pela delicadeza, pelo cuidado curatorial e por uma relação afetiva com o repertório escolhido – ouça abaixo.
Gravado com uma banda enxuta e construído a partir da interação entre os músicos em estúdio, o álbum reúne dez faixas que habitam o campo do “Lado B” da MPB, com composições de grandes autores e intérpretes que nem sempre figuram entre seus maiores sucessos, mas carregam forte densidade emocional.
A proposta de “Minhas Lágrimas” é revisitar essas obras sob uma abordagem intimista e contemporânea, valorizando a interpretação tanto quanto a melodia. “No momento em que cada uma dessas músicas bateu em mim, elas me emocionaram, me arrepiaram. Por isso, eu queria ficar arrepiado ouvindo as nossas leituras delas”, comenta Leone.
“Um dos nossos critérios foi que nenhuma música poderia ser muito conhecida. Na pior das hipóteses, um lado B, mas preferencialmente um lado Z”, completa Preto.
Ouça ‘Minhas Lágrimas’, de Gabriel Leone
Entre os destaques estão as participações de Ney Matogrosso, em “Eta Nois” (de Luhli e Lucina), e Juliana Linhares, em “As Portas do Meu Sorriso” (de Paulinho Tapajós e Raimundo Fagner). O repertório passeia ainda por canções como a já lançada “Nós Dois” (Celso Adolfo), além de “Antes da Chuva Chegar” (Guilherme Arantes), “Cara Limpa” (Paulo Vanzolini), “Assim Sem Mais” (Antônio Cícero, João Bosco e Waly Salomão), “Choro das Águas” (Ivan Lins e Vitor Martins), “Bolero de Satã” (Guinga e Paulo César Pinheiro), “Minhas Lágrimas” (Caetano Veloso) e “Segredo” (Djavan).
“Minhas Lágrimas” nasce do desejo de Leone de revelar ao público sua faceta musical que, até então, se manifestava principalmente por meio de seus personagens. Aos 32 anos, o artista já deu vida a figuras profundamente ligadas à música, como Roberto Carlos em “Minha Fama de Mau” (2019), Eduardo em “Eduardo e Mônica” (2021) e Odilon em “Meu Álbum de Amores” (2022).
O lançamento se soma ao período de forte projeção que o artista tem vivido na carreira como ator. Além de integrar o elenco de “O Agente Secreto” — filme que vem conquistando destaque internacional em premiações como o Globo de Ouro, no qual foi premiado nas categorias de Melhor Filme em Língua Não Inglesa e Melhor Ator em Filme de Drama (Wagner Moura), além do Oscar, onde concorre em três categorias: Melhor Filme, Melhor Ator (Wagner Moura) e Melhor Filme Internacional.
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