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‘Nasce uma Estrela’ é auge da Lady Gaga atriz

Lady Gaga e Bradley Cooper atuam no filme Nasce Uma Estrela (divulgação)

“Eu seria uma groupie do [Alfred] Hitchcock”, disse uma vez Lady Gaga, revelando sua admiração pelo lendário diretor de “Psicose” e “Um Corpo que Cai”. Citações do cinema já apareceram em diversas músicas e clipes de Gaga, do formato “filme” do vídeo de “Paparazzi” às alusões a obras de Hitchcock na letra de “Bad Romance”.  

Para além das referências, a teatralidade, a performance e a criação de personagens sempre foram marcas que definiram seu trabalho. Com todas essas conexões, sempre pareceu natural que a cantora surgisse diante das câmeras do cinema.

Em se tratando de Lady Gaga, por trás do resultado há sempre muito estudo e rigor técnico. Suas atuações em filmes e séries são sustentadas por uma década de aprendizado na célebre escola de Lee Strasberg, propagador da chamada “atuação de método” e professor de Marlon Brando e Marilyn Monroe. 

Na atuação de método, o ator funde suas experiências pessoais com as emoções e características do personagem. Gaga incorporou falas e trejeitos de uma mulher italiana por 18 meses para viver Patrizia Reggiani, a implacável alpinista social que se casou com um dos herdeiros do império Gucci. Com direção de Ridley Scott (“Blade Runner” e “Gladiador”), “House of Gucci” (2021) apresentou a cantora contracenando com pesos-pesados da atuação como Adam Driver, Jared Leto, Jeremy Irons e Al Pacino.

Em sua atuação mais reconhecida até agora, a cantora Ally Campana em “Nasce uma Estrela”, a imersão durou “anos” entre o antes e o depois das filmagens, segundo explicou certa vez. A produção de 2018 é talvez o ápice da carreira cinematográfica de Lady Gaga. O filme teve êxito comercial, rendendo perto de meio bilhão de dólares de bilheteria em todo o mundo, e 97% de avaliações positivas dos especialistas da imprensa no Metacritic. Foi indicado a oito Oscars, levando Melhor Canção Original por “Shallow”, e nomeado cinco vezes para o Globo de Ouro

Em “Coringa: Delírio a Dois”, o trabalho de Gaga, no papel de Lee Quinzel, uma adaptação da vilã Arlequina da DC Comics, foi mais uma vez elogiado. Infelizmente, foi das poucas coisas bem-vistas na produção, que recebeu muitas avaliações negativas. Para alguns críticos, foi uma tentativa desajeitada de mesclar musical e história em quadrinhos. 

Em fóruns online, muitos fãs torcem para que Gaga consiga um papel em um filme que não seja uma continuação ou um remake, a exemplo de “House of Gucci”. Enquanto não se sabe sobre seus projetos futuros nessa área, só nos resta especular.